Somos amistosos e curiosos, inteligentes e irreverentes, engraçados e atarefados, brincalhões e trapalhões, optimistas e saudosistas, pensativos e cognitivos, ingénuos e ténuos, divertidos e vividos, sabichões e amigalhões, honestos e lestos, vaidosos e afectuosos, empenhados e assanhados, extravagantes e acutilantes, compreensivos e objectivos, sociáveis e admiráveis, distraídos e agradecidos, orgulhosos e atenciosos, pacatos e sensatos. Mas... o que gostamos mesmo... é do Movimento Novos Rurais!

quinta-feira, 17 de Abril de 2014

GASPACHO À ALENTEJANA


Ingredientes:

• 200 g de pão
• 9 dl de água
• 2 dentes de alho
• 2 colheres de sopa de azeite
• 2 colheres de sopa de vinagre
• 2 tomates médios, 1/2 pepino, 1 pimento verde;
• 1/2 colher de café de orégãos, sal e pimenta q.b.

Corte os ingredientes em cubos pequenos e deite-os no recipiente onde vai servir o gaspacho. Junte o azeite, vinagre, sal e pimenta. Deite por cima a água gelada. Prove de sal e corrija os temperos, acrescentando mais vinagre, se desejar. No fim, misture o pão que deve ser preferencialmente de véspera e cortado em cubos pequenos. Sirva de imediato. 

quarta-feira, 9 de Abril de 2014

Salada de queijo fresco com tomate e oregãos


Da horta para a mesa! Partilhem esta receita.

Ingredientes
2 queijos frescos individuais
2 tomates-chucha
1 c. de sopa de orégãos
2 c. de sopa de azeite
1 pepino em rodelas
sal q.b
pimenta preta moída q.b

Preparação:
1º Corte o tomate em rodelas finas. Coloque numa travessa. Tempere com azeite, sal e pimenta.

Movimento Novos Rurais
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sábado, 5 de Abril de 2014

Aperitivo simples com molho de feijão preto

Aperitivo-simples-com-molho-de-feijão-preto.jpg

Se você está esperando visitas e deseja fazer algum aperitivo simples, gostoso e original, corra para pegar aquela latinha de feijão preto e alguns biscoitos salgados e prepare este simples molho de feijão preto que na certa  seus convidados irão adorar.

Ingredientes:

  • 1 lata de feijão preto escoado
  • 2 colheres do líquido da lata de feijão preto
  • 3 colheres de suco de limão
  • ¼ colherinha de cebola em pó
  • ¼ colherinha de alho em pó
  • ½ colherinha de coentro
  • ¼ colherinha de cominho
  • 1 pisca de pimenta
  • sal

Modo de preparo:

Coloque todos os ingredientes no liquidificador até que fique uma mistura bem suave e homogênea. Coloque o molho em uma tigela pequena e coloque biscoitos salgados ou chips em um prato, convide às visitas para molhar os biscoitos no molho de feijão preto e saborear.

Saber comer é pura informação


Alimentos que nos chegam ao prato não foram feitos para comer, diz a médica Cristina Sales.

E se o seu organismo não reconhecer aquilo que você come como um alimento? Defende-se, inflama-se, fica doente. É o que fazem muitos dos produtos que levamos à boca.

"Se uma pessoa tem tendência depressiva porque não consegue produzir serotonina em quantidade suficiente, deve comer os alimentos que têm os aminoácidos precursores da serotonina – a carne de peru, por exemplo, é extremamente rica em triptofano, que é um precursor da serotonina. Se a pessoa souber isto, no outono, quando o tempo fica mais escuro, porque é que não há de comer mais carne de peru em vez de carne de vaca?"

Leia mais:http://zip.net/bpm1f2

sexta-feira, 4 de Abril de 2014

Os Últimos Desejos da Kombi | Volkswagen

Como homenagem às pessoas que fizeram parte de sua vida, a Kombi realiza seus últimos desejos.

 


 A Kombi foi idealizada pelo holandês Ben Pon na década de 1940, que projetou a combinação do confiável conjunto mecânico do Volkswagen Sedan em um veículo de carga leve. O nome Kombi é uma abreviação, adotada no Brasil, para o termo em alemão Kombinationsfahrzeug, que, em português, significa "veículo combinado". Na Alemanha, o modelo recebeu o nome VW Bus T1 (Transporter Número 1). 

 Nos últimos anos, mesmo com a concorrência de vans maiores lançadas no mercado brasileiro, a Kombi continuou merecendo a preferência de muitos clientes. Desde setembro de 1957 até setembro de 2013, foram produzidas mais de 1.560.000 unidades do modelo na fábrica de São Bernardo do Campo.

quarta-feira, 2 de Abril de 2014

Segredos da costa alentejana



Diz-se que é um dos últimos refúgios europeus, o litoral alentejano que se desdobra em longos areais e baías rochosas, mar de várias tonalidades de azuis e verdes e ambiente rural.

O Alentejo não é só uma imensa planície dourada. Na costa banhada pelo Atlântico, expostas ou escondidas entre rochedos, há dezenas de praias para descobrir. Costas abruptas e encostas suaves, o Alentejo oferece muitas das melhores praias que o nosso país tem a oferecer. De Tróia a Odeceixe, na fronteira com o Algarve, as finas areias brancas, diluem-se na paisagem do mar infinito, azul e contagiante.

domingo, 30 de Março de 2014

Vamos ao telhado buscar a salada



Uma estufa no telhado do Clube VII, em Lisboa, para produzir girassol, ervilha e erva-trigo é o projecto de João Afonso Henriques para 2014, Ano Internacional da Agricultura Familiar. É, espera o fundador da Urban Grow, só o princípio de uma revolução que vai trazer a agricultura para dentro das cidades.

Quando olha para uma cidade — vamos pensar em Lisboa, onde vive — João Afonso Henriques vê um futuro em que os telhados se cobrem de vegetais de todas as formas e feitios, alfaces, tomates e rabanetes espreitam pelas janelas das casas mesmo nos andares mais altos, paredes enchem-se de legumes que crescem sem precisarem de terra, e a produção local é distribuída em bicicletas eléctricas.

Pode ser uma imagem idílica de um maravilhoso mundo novo, de agricultura local, saudável e sustentável, mas João — “inventor agrícola”, como ele próprio se descreve, e criador da empresa Urban Grow — acredita que é possível e já dedicou vários anos a tentar provar isso mesmo. Ler mais: http://zip.net/bdmXQT


Movimento Novos Rurais Pessoas mais livres, plenas e felizes! https://www.facebook.com/novosrurais.farmingculture

terça-feira, 11 de Fevereiro de 2014

João Sem Vinho - Rede Social de Vinhos



Bom dia, amantes do vinho!
Estamos a criar a maior rede social de amantes de vinho. 
Junte-se a nós! https://www.facebook.com/joaosemvinho 

‪#‎Wine‬ ‪#‎winelover‬ ‪#‎vinhos‬

Casa Nautilus - Arquitectura Orgânica


Foi na Natureza, uma das suas principais inspirações, que o arquitecto Javier Senosiain se baseou para desenvolver este projecto. A casa Nautilus tem o formato de uma concha em espiral, pois o objectivo era que os seus moradores pensassem estar “a viver dentro de um caracol”. Considerada um dos grandes exemplos da arquitectura orgânica, este espaço singular transformou cada divisão num ambiente quase mágico.

by the Mexican architect Javier Senosiain.
http://organicarchitecture.weebly.com/the-nautilus.html

quarta-feira, 5 de Fevereiro de 2014

Consumir produtos locais


O cultivo dos paladares genuínos e do prazer de comer, consonantes com o respeito pelo meio ambiente e com a preservação dos usos, costumes e tradições, levaram-nos ao projecto Pequenos Produtores Portugueses

o esqueçamos que ao consumir produtos locais contribuímos para a promoção da biodiversidade, para a sobrevivência das espécies autóctones, dos sistemas agrários que as exploram e das próprias comunidades rurais.

A nossa maior riqueza, os nossos produtos!
Em defesa dos consumidores e dos produtos nacionais.

Pequenos Produtores Portugueses
https://www.facebook.com/pequenosprodutoresportugueses

#foodies #chefs #farmers #vinhos #winelover #wine

segunda-feira, 3 de Fevereiro de 2014

Novos agricultores esgotam bolsa de terras.


Procura de terra por jovens esgota oferta das autarquias na região de Aveiro.

São jovens, atraídos pela perspetiva de candidatura a incentivos comunitários e garantia de escoamento da produção, desejosos de copiar exemplos de sucesso com o mirtilo no concelho.

A procura de terrenos para cultivo, a título gratuito, sobretudo por jovens, está a exceder a oferta das autarquias, que avançaram com bolsas de terras ou hortas comunitárias para dar utilidade a terrenos desaproveitados.

Estarreja, que estabeleceu em 2012 as primeiras 10 hortas comunitárias no centro urbano, junto ao Quartel de Bombeiros, rapidamente triplicou os lotes ocupados e já em janeiro atribuiu mais seis.

"A adesão tem aumentado e hoje são cultivados 44 lotes. Em janeiro deste ano atribuímos mais seis", descreve Rosa Simão, vereadora da Câmara de Estarreja.

Em Sever do Vouga, onde a oferta de terrenos tem em vista, principalmente, a produção de mirtilo, a Câmara está a negociar com as juntas de freguesia e as comissões de baldios, porque o projeto esgotou os terrenos disponíveis e cada vez são mais os interessados.

Ler mais:http://www.ionline.pt/artigos/dinheiro/procura-terra-jovens-esgota-oferta-das-autarquias-na-regiao-aveiro

terça-feira, 28 de Janeiro de 2014

segunda-feira, 27 de Janeiro de 2014

Rota das Tabernas


Matar o tempo ao balcão, à volta de um petisco que faça a cama a uma “taça” de tinto ou branco ainda é uma forma de convívio cultivada nas terras do cante alentejano. Aliás, uma coisa nem vive sem a outra, mas de outro modo. As gentes escasseiam, mercê da emigração, e os serões são hoje mais curtos e menos regulares. Os espaços, esses, é que se mantêm, modernizados e geridos por novas gerações de taberneiros. Ao todo, nos concelhos de Almodôvar, Beja, Castro Verde, Mértola, Ourique e Serpa, a Associação de Defesa do Património de Mértola (ADPM) inventariou 50 tabernas mais próximas do conceito original, atribuiu-lhes sinalética e juntou-as num roteiro turístico em português, inglês e espanhol. Na mira de uma procura turística que, acredita, será expressiva.


Diário do Alentejo
Texto Carla Ferreira 
Fotos José Serrano

Quando a arquitectura sonha e não contraria a Natureza

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Quando a arquitectura sonha e não contraria a Natureza nascem projectos assim. Veja a fotogaleria de dois casos portugueses considerados de excelência @ http://fugas.publico.pt/330088 

Há onze projectos portugueses nomeados para os prémios de Edifício do Ano do ArchDaily, o mais popular site de arquitectura do mundo. Dois deles muito hospitaleiros: as casas entre as árvores do parque das Pedras Salgadas e a casa de hóspedes da Quinta de Lemos.

sexta-feira, 24 de Janeiro de 2014

Fill the Gap - Quebrar barreiras entre a cozinha e o campo


Quebrar barreiras entre a cozinha e o campo
Novos Rurais - Farming Culture 

É o que pretende fazer Sasu Laukkonen. O #chef finlandês criou um projecto chamado Fill the Gap, a começar a partir de Abril, que quer ligar #cozinheiros e #produtores desde os tempos de escola.

Dois anos atrás, Sasu, o chef do restaurante Chef & Sommelier, em Helsínquia, começou a ver que quem trabalha numa cozinha não percebe minimamente o trabalho dos produtores, nem sequer o significado de melhores ingredientes. “Os chefs diziam que trabalhavam com bons produtos. Mas o que é isso? Caviar?”, perguntava Sasu na altura. “Os pratos que os chefs criam não existiriam sem a contribuição preciosa dos #agricultores e do solo que eles trabalham. “

#food #foodies #farmers

quinta-feira, 23 de Janeiro de 2014

Produtos de agricultura biológica.


Sabe-se hoje que um grande número de pesticidas está associado a doenças do sistema nervoso, alergias, alterações no balanço hormonal, diminuição da fertilidade, enfraquecimento do sistema imunitário e incidência de diversos tipos de cancro.
Optar por um consumo biológico é fugir deste cenário, mas também pensar no ambiente. Este modo de produção agrícola diminui entre 48% e 60% as emissões de CO2, especialmente pela não utilização de pesticidas. Metade da energia gasta na agricultura relaciona-se com a produção industrial e o transporte de adubos de síntese.

Movimento Novos Rurais
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terça-feira, 21 de Janeiro de 2014

Dieta alcalina


Você sabia que o grau de acidez do corpo interfere no seu peso? É que para o organismo funcionar direitinho ele precisa ter um pH em torno de 7,4, ou seja, levemente alcalino. Mas uma dieta com muito sal, açúcar, petiscos gordurosos, café em excesso e álcool pode acabar com esse equilíbrio e transformar o seu corpo em um meio ácido. O ideal é que você dê uma forcinha para o seu organismo, claro. É o que explica a nutricionista Tereza Cibella, da Equilibrium Consultoria em Saúde e Nutrição. "Pequenas mudanças na alimentação infuenciam diretamente no metabolismo e no funcionamento do corpo", explica. Ok, chega de teoria e vamos para a prática: é hora de investir nos alimentos alcalinos! Dá para perder até 6 kg em um mês!


Descubra o pH dos alimentos

Evite
pH 3 (muito ácido): Água com gás, refrigerante, energético, álcool, fritura, sal, açúcar refinado, comida enlatada, alimento embutido, cigarro.
pH 4: Leite, creme de leite, queijo, manteiga, carne de porco, vinagre, massa, pipoca, cerveja, vinho, chápreto, torrada, picles, chocolate, nozes, adoçante, molho de tomate.
pH 5: Carne vermelha, café, suco de fruta com açúcar, pão branco, amendoim, trigo, arroz branco, maionese, doces e bolos de farinha branca, geleias, marmeladas.
pH 6: Ovo, peixe, frango, fígado, feijão, leite de soja, chá, arroz integral, aveia, mel, cenoura, flocos de milho, farinha de trigo integral, ketchup, batata, molho de soja.

Aposte
pH 7 (neutro): Água mineral
pH 8: Maçã, amêndoa, tomate, abacaxi, morango, cereja, pêssego, damasco, banana, laranja, pimentão, nabo, arroz selvagem, milho, soja, folhas verdes-escuras, aspargo, goiaba.
pH 9: Abacate, abóbora, kiwi, melão, melancia, tangerina, tâmara, figo, manga, mamão, amora, uva, alface, berinjela, batata-doce, inhame, mandioca, gengibre, ervilha, lentilha, clara de ovo, salsa, maracujá, caqui.
pH 10 (muito alcalino): Couve, couve-de-bruxelas, couveflor, espinafre, brócolis, repolho, alcachofra, pepino, limão, lima, rabanete, agrião, cebola, sucos de vegetais, alho, alga.

segunda-feira, 13 de Janeiro de 2014

Consumir produtos locais


Mercado de Loulé/Algarve 
Pequenos Produtores Portugueses 

Os #chefs e consumidores estão cada vez mais entusiasmados com o comprar, comer e usar o que vem dos sítios onde vivem, ou perto. Vamos regressar às compras de alimentos nas mercearias, mercados e pequenos espaços, tendo mais contacto com os produtores.

A nossa maior riqueza, os nossos produtos!
Em defesa dos consumidores e dos produtos nacionais.

Pequenos Produtores Portugueses
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#foodies  #farmers

quinta-feira, 9 de Janeiro de 2014

ANO INTERNACIONAL DA AGRICULTURA FAMILIAR


O Ano Internacional da Agricultura Familiar (AIAF) 2014 visa a aumentar a visibilidade da agricultura familiar e dos pequenos agricultores, focalizando a atenção mundial em seu importante papel na erradicação da fome e pobreza, provisão de segurança alimentar e nutricional, melhora dos meios de subsistência, gestão dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e para o desenvolvimento sustentável, particularmente nas áreas rurais.

O objetivo do AIAF 2014 é reposicionar a agricultura familiar no centro das políticas agrícolas, ambientais e sociais nas agendas nacionais, identificando lacunas e oportunidades para promover uma mudança rumo a um desenvolvimento mais equitativo e equilibrado.  O AIAF 2014 vai promover uma ampla discussão e cooperação no âmbito nacional, regional e global para aumentar a conscientização e entendimento dos desafios que os pequenos agricultores enfrentam e ajudar a identificar maneiras eficientes de apoiar os agricultores familiares.  

O QUE É AGRICULTURA FAMILIAR?

A agricultura familiar inclui todas as atividades agrícolas de base familiar e está ligada a diversas áreas do desenvolvimento rural. A agricultura familiar consiste em um meio de organização das produções agrícola, florestal, pesqueira, pastoril e aquícola que são gerenciadas e operadas por uma família e predominantemente dependente de mão-de-obra familiar, tanto de mulheres quanto de homens. 
Tanto em países desenvolvidos quanto em países em desenvolvimento, a agricultura familiar é a forma predominante de agricultura no setor de produção de alimentos.
Em nível nacional, existe uma série de fatores que são fundamentais para o bom desenvolvimento da agricultura familiar, tais como: condições agroecológicas e as características territoriais; ambiente político; acesso aos mercados; o acesso à terra e aos recursos naturais; acesso à tecnologia e serviços de extensão; o acesso ao financiamento; condições demográficas, econômicas e socioculturais; disponibilidade de educação especializada; entre outros.
A agricultura familiar tem um importante papel socioeconômico, ambiental e cultural.

POR QUE A AGRICULTURA FAMILIAR É IMPORTANTE?

  • A agricultura familiar e de pequena escala estão intimamente vinculados à segurança alimentar mundial. 
  • A agricultura familiar preserva os alimentos tradicionais, além de contribuir para uma alimentação balanceada, para a proteção da agrobiodiversidade e para o uso sustentável dos recursos naturais.
  • A agricultura familiar representa uma oportunidade para impulsionar as economias locais, especialmente quando combinada com políticas específicas destinadas a promover a proteção social e o bem-estar das comunidades. 

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quarta-feira, 8 de Janeiro de 2014

Procurar produtos locais


Pequenos Produtores Portugueses 

Os #chefs e consumidores estão cada vez mais entusiasmados com o comprar, comer e usar o que vem dos sítios onde vivem, ou perto. Vamos regressar às compras de alimentos nas mercearias, mercados e pequenos espaços, tendo mais contacto com os produtores. 

#foodies #food #farms

segunda-feira, 6 de Janeiro de 2014

Projecto Alcabaz


Apoiamos boas ideias - Projecto Alcabaz 
Produtos de qualidade à sua mesa a um preço justo.
https://www.facebook.com/pages/Alcabaz/680268492000971 

Somos um grupo de pessoas, nascidas no Alentejo ou com o Alentejo na alma, que acredita ser possível parar o processo de envelhecimento e desertificação desta região.

Porque amamos o Alentejo, queremos que quem aqui vive possa continuar a viver e a ser feliz aqui. Sem ter que emigrar para a cidade ou para o estrangeiro.

Aqui há tranquilidade, terra (muita) e água, luz, sol e um horizonte sem fim.

Nestes tempos estranhos que vivemos, acreditamos que a alternativa vai passar por mudanças profundas na nossa maneira de viver, por uma nova compreensão da nossa existência, por um maior respeito pela natureza e pelos seus ritmos.

Por estes motivos, os nossos CABAZES são apenas um meio. Uma forma de, à medida das nossas capacidades, contribuirmos para viabilizar pequenos negócios ligados à terra, ao Alentejo e ao desenvolvimento local, ajudando a fixar a população, criando emprego através da possibilidade de aumento da pequena produção de alimentos frescos e de primeira transformação.

Vamos entregar-lhe, em locais a definir, um cabaz com legumes, frutas, ervas aromáticas, pão e outros produtos alimentares transformados de primeira qualidade como queijos, enchidos, doces e conservas, bolos e biscoitos, vinhos, vinagres e azeites, produzidos por pequenos agricultores e produtores alentejanos.

Site http://www.alcabaz.pt/

Informação geral
Rua Vasco da Gama, nº 8
7920-058 ALVITO

Telefone: (351) 912 303 477

E-mail: alcabazcrl@gmail.com

NIF: 510492061


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quarta-feira, 18 de Dezembro de 2013

Vinho Biológico

O som do gargalo diz muito. O odor aguça a prova. "É de facto especial" JOÃO SEM VINHO 

Na Quinta do Montalto, no concelho de Ourém, a produção de vinho é biológica. E assim, como a natureza a fez, mantém a vinha a família Gomes Pereira. Na quinta geração, é neste modo de agricultura bio que acredita para conseguir um vinho que é único e reconhecido em Portugal e no estrangeiro. A tradição é medieval e assim se chama o vinho, Medieval de Ourém, a aposta de crescimento da Quinta do Montalto.

As raízes marcam a terra. Na encosta, ao virar da curva da vila do Olival, desponta um sol de Inverno que corta a geada na vinha. Um hectare com 8 mil árvores de onde se extraem as uvas. A casta é trincadeira. A época antes da poda. Há galhos com folhas secas que aguardam pelo tempo em que hão de ser cortados. À mão. Como sempre foi. Como tem que ser. André Gomes Pereira é, hoje, o fiel depositário de uma herança com 600 anos.

É nesta região de Ourém que os monges de Cister começaram uma produção de vinho que é única e reconhecida enquanto tal. É a região do vinho “palheto” ou “palhete”, mistura de banco e tinto, garantida na fermentação conjunta, na fase final, depois da vindima em separado e do primeiro processo de extração do líquido dos cachos cada um na sua dorna. O sabor é genuíno. O saber não lhe fica atrás. Está nas raízes das gentes de Ourém.


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terça-feira, 17 de Dezembro de 2013

quarta-feira, 4 de Dezembro de 2013

Dieta mediterrânica classificada Património Imaterial da Humanidade


#dieta #mediterrânica foi hoje classificada como Património Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) em Baku, no Azerbaijão.

Depois da classificação do fado, há dois anos, Portugal volta a integrar a lista de bens do Património Imaterial e Cultural da Humanidade com a dieta mediterrânica, sendo esta a primeira vez que a região do Algarve vê a sua cultura reconhecida pela UNESCO.

A transmissão destes saberes e práticas de geração em geração na criação de uma identidade cultural e social, a sensibilização para a necessidade de consumir produtos saudáveis, a salvaguarda desta cultura através de medidas e legislação adequada foram outras razões apontadas para a classificação da dieta mediterrânica.

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terça-feira, 5 de Novembro de 2013

Apanha de cogumelos é “vício” que traz rendimento extra


A apanha de cogumelos movimenta mais de duas mil pessoas em Vila Pouca de Aguiar, das quais 200 a 300 são apanhadoras comerciais. A actividade pode render cerca de 40 mil euros  e está a ser regulamentada com vista à sua sustentabilidade.

Já está em curso a campanha da apanha do cogumelo silvestre em Vila Pouca de Aguiar. Uma actividade em franco crescimento e que envolve mais de duas mil pessoas, a maior parte das quais para autoconsumo. 

Apanhadores comerciais devem existir à volta de 200 a 300.

Dina Alves apanha cogumelos desde criança. Aprendeu com a família e, se a princípio apanhava o fungo para autoconsumo, hoje fá-lo para venda. “É sempre um rendimento extra e nos dias de hoje é muito bom”, frisa a apanhadora, que vai para a floresta “duas a três vezes por semana”. 

Tudo o que apanha vende em Vila Pouca de Aguiar. “A procura é grande e, neste momento, estão a pagar a cinco e a seis euros o quilo”, frisa Dina Alves, para quem apanhar cogumelos “é um vício”. “Nós tentamos apanhar cada vez mais e ver quem apanha mais. É engraçado”, remata. 

O valor por quilo de cogumelos ronda, nesta altura, os cinco euros e é para muitas famílias uma importante fonte de receita, uma maneira de equilibrar o orçamento familiar. 

A procura do produto é grande e a exportação continua a bom ritmo. “Além do mercado nacional, onde é utilizado sobretudo na restauração, Espanha e outros países europeus procuram os cogumelos de Vila Pouca”, refere Duarte Marques. 

Segundo o técnico, as zonas de maior produção situam-se nos povoados florestais da serra da Padrela, vale de Aguiar e noutras manchas de arborização do concelho situadas nas zonas mais altas.


Feira divulga o produto Para divulgar e promover o cogumelo, a autarquia de Vila Pouca de Aguiar realiza, entre 9 e 10 de Novembro, a Feira do Cogumelo e Produtos de Outono. 

No mercado municipal estarão à venda cogumelos silvestres e outros produtos locais de Outono como a castanha, mel, compotas e hortícolas. 
A feira insere-se na XII Mostra Gastronómica de Vila Pouca de Aguiar, a decorrer nos dez restaurantes aderentes, com várias ementas temáticas que incluem pratos com cabrito, castanha e cogumelos. 


por Olímpia Mairos/RR

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Pequena Agricultura em Risco


Novas regras do IVA colocam em risco pequena agricultura.

O prazo para que os pequenos agricultores se registem nas Finanças para efeito de pagamento de IVA termina hoje. A CNA diz que a medida vai levar muitos a abandonar as terras.

A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) estima que, terminado o prazo, metade dos agricultores não se colectou para o pagamento de IVA.

A data limite dada pelo Governo termina hoje. A obrigação aplica-se a todos os produtores a quem a terra garanta um rendimento a partir de dez mil euros ano. Abaixo desse valor, ficam isentos.
João Dinis, presidente da CNA, diz que pelo menos dez mil pequenos e médios agricultores já se registaram nas Finanças nos últimos meses. No entanto, alerta, pelo menos outros tantos não se registaram até agora.

Em declarações à TSF, João Dinis conta que os pequenos agricultores que já se registaram nas Finanças, entre os quais muitos reformados, estão agora a ser contactados e a ser avisados de que podem ter de passar a contribuir para a Segurança Social. O presidente da CNA teme que tantos impostos levem muitos agricultores a abandonar as suas terras.

«Confrontados com as consequências práticas em termos de fisco e até de Segurança Social, vão ter de reavaliar eles próprios se vão continuar a produzir ou não. E milhares deles vão deixar de produzir por este movito», avisa.

O presidente da Confederação Nacional da Agricultura disse ainda, nesta entrevista, que teve a indicação não-oficial de que o prazo para que os pequenos produtores se colectem pode ser adiado até ao fim do ano.

Contactados pela TSF, tanto o Ministério das Finanças como o Ministério da Agricultura não responderam aos esclarecimentos solicitados sobre este assunto.

Fonte:TSF

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terça-feira, 22 de Outubro de 2013

Os novos agricultores no Algarve


Jovens agricultores quadruplicam nos últimos sete anos.

Os jovens do Algarve instalados no setor da agricultura quadruplicaram em sete anos, são licenciados em diversas engenharias como biomédicas, mecânica ou eletrotécnica e apostam nas fileiras do mel, abacate e frutos vermelhos, revelam dados da tutela.

O diretor da Direção Regional de Agricultura e Pescas (DRAPAlg) chamou de "revolução" e "viragem" no setor agrícola da região algarvia a chegada de tantos jovens à terra -- cerca de 500 -- nos últimos sete anos.

Os novos agricultores são oriundos das mais diversas áreas, seja da agronomia, engenharia biomédica, farmacêutica, engenharia mecânica ou eletrotécnica, e regressam às terras por "via familiar", para combater o desemprego e a crise, mas também, porque há um certo "encantamento pela natureza e uma maior sensibilidade ambiental" nesta nova geração, explicou à agência Lusa o diretor DRAPAlg, Fernando Severino.

Aquele responsável acrescentou que o 'boom' de jovens a apresentar projetos de investimento no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER) para uma primeira instalação no setor agrícola ocorreu em 2010 e de todos os concelhos algarvios onde se registou um evidente regresso à agricultura, destaca-se o de "Tavira", seguido de Loulé e Silves.

A nova geração de jovens agricultores com estudos traz dinamismo ao setor, pois sabem aceder facilmente aos apoios comunitários e conseguem controlar as suas candidaturas ou a rega das plantações à distância de um clique na Internet, sustentou Fernando Severino.

Os tradicionais citrinos continuam a ser uma das apostas agrícolas destes novos agricultores, mas a plantação de "floricultura", de medronheiros, frutos vermelhos (framboesa e morango), frutos subtropicais (abacate), diospireiros ou a apicultura (mel) são outras das fileiras em que investem, acrescentou.

A produção de mel, abacate e de frutos vermelhos é quase toda para exportação para a Europa e para fora da Europa, como Nova Zelândia, e "continua a haver procura destes produtos no mercado", sustentou, referindo que os jovens agricultores algarvios criaram cerca de "mil postos de trabalho" com os seus projetos no âmbito do PRODER.

No Algarve foram aprovados até agora, no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional 2007-2014, 1.500 projetos, num montante de 232 milhões de euros, e desses 432 são de projetos de jovens agricultores".

Fonte:Notícias ao Minuto

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terça-feira, 15 de Outubro de 2013

Um dia numa exploração agrícola


Quinta das Seis Marias 
Um dia numa exploração agrícola 

Depois de dez anos a trabalhar como contabilista, Maria de Fátima Torres decidiu que o seu futuro passava pela agricultura. Regressou a Lagos, no Algarve, e voltou a dar vida à Quinta das Seis Marias, um terreno de família com cerca de seis hectares. Converteu o espaço para agricultura biológica (sem utilização de produtos químicos) e produz, atualmente, vários tipos de legumes e frutas que são vendidos em mercados no Algarve, Lisboa e Porto, escolas, lojas de produtos biológicos, restaurantes e, num futuro próximo, em hipermercados.

Vista com desconfiança pela maioria dos consumidores e agricultores portugueses há 20 anos, a agricultura biológica é hoje uma opção saudável para um número cada vez maior de consumidores e um negócio rentável para milhares de agricultores em Portugal.


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