Somos amistosos e curiosos, inteligentes e irreverentes, engraçados e atarefados, brincalhões e trapalhões, optimistas e saudosistas, pensativos e cognitivos, ingénuos e ténuos, divertidos e vividos, sabichões e amigalhões, honestos e lestos, vaidosos e afectuosos, empenhados e assanhados, extravagantes e acutilantes, compreensivos e objectivos, sociáveis e admiráveis, distraídos e agradecidos, orgulhosos e atenciosos, pacatos e sensatos. Mas... o que gostamos mesmo... é do Movimento Novos Rurais!

Segunda-feira, 6 de Maio de 2013

Celebrar o Fascínio pelas Árvores



A Árvores de Portugal, em conjunto com as associações A Nossa Terra e Almargem, decidiu elaborar um roteiro das árvores monumentais do concelho de Monchique. Este projeto contou, adicionalmente, com os apoios da autarquia de Monchique e de técnicos do Departamento de Conservação da Natureza e Florestas do Algarve.
Este roteiro, que estará disponível brevemente em formato eletrónico, é um convite à descoberta da riqueza natural da Serra de Monchique, partindo de um conjunto de roteiros que percorrem alguns dos exemplares arbóreos mais significativos deste concelho algarvio.
Como forma de publicitarmos este roteiro, decidimos organizar, com as associações nossas parceiras neste projeto, uma caminhada no próximo dia 18 de maio. O dia escolhido é simbólico, pois visa, em simultâneo, celebrar o Dia de Fascínio das Plantas, evento que terá, no presente ano, a sua segunda edição.
O ponto de encontro será no posto de turismo de Monchique, pelas 9h, carecendo de inscrição prévia por correio eletrónico [info(arroba)anossaterra.org] ou por telefone (963559253). 

Terça-feira, 23 de Abril de 2013

Bolsa de terrenos para cultivo disponível online


As terras abandonadas em Portugal podem agora ganhar uma nova vida com o projeto "Bolsa de Terras" que disponibiliza, online, uma lista de terrenos abandonados para quem quiser fazer negócio ou ter a sua horta familiar.

O projeto desenvolvido pela Agroconceito, empresa de apoio e consultoria na actividade agrícola, pretende concretizar o sonho de muitas pessoas que desejam cultivar um pouco de terra e, ao mesmo tempo, dar utilidade às terras que se encontram abandonadas por Portugal.

Os terrenos disponíveis para ocupação podem ser encontrados de norte a sul do país, em Portugal Continental e Insular. A base de dados contém informação sobre o terreno (área, árvores, entre outros dados) e os contactos de email dos proprietários.

Neste momento, há três possibilidade de aquisição: arrendamento, compra ou cedência por 3, 5, ou 10 anos. Qualquer proprietário pode colocar o seu terreno disponível na base de dados da Agroconceito num destes modelos, sendo que, quem estiver à procura de terreno, também pode enviar o seu pedido e respetivo contacto.

"A bolsa de terras surge para colmatar os problemas de quem quer cultivar e não tem terra e de quem não tem tempo ou não pode cuidar delas, promovendo assim uma simbiose entre os dois agentes", salienta o grupo no seu site oficial.
 
Com este projeto, a Agroconceito espera evitar o abandono das áreas rurais e da agricultura, ajudar a prevenir fogos com a ocupação de terrenos abandonados, criar oportunidades para quem quer praticar a agricultura e para proprietários que querem "ter o seu terreno limpo e cuidado e ainda poder obter algum rendimento".

Clique AQUI para consultar os solos disponíveis e AQUI para colocar um terreno na bolsa.

Sexta-feira, 5 de Abril de 2013

Agricultor jovem: o que é preciso fazer?

O plano de incentivos do PRODER é para pessoas entre os 18-40 anos e permite ao candidato acumular a atividade agrícola com outra profissão.

Produção de cereais no Alentejo

A economia tremida e a necessidade estão a “convidar” os portugueses a voltar às origens, à terra. O Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER)  tem planos para ajudar os jovens que querem sujar as mãos numa aventura agrícola.
O plano “Incentivos aos Agricultores Jovens” é para pessoas com idades compreendidas entre os 18 e 40 anos e permite ao candidato acumular a atividade agrícola com outra profissão.
Há ainda dois requisitos para estar apto a candidatar-se a este plano de incentivos: ou tem formação superior agrícola ou se compromete a frequentar um curso de empresário agrícola homologado pelo Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, com o compromisso de o terminar em dois anos.
Os apoios passam por um prémio de instalação correspondente a 40% do investimento até 30 mil euros (individual) ou 40 mil euros (coletivo). Estão também previstas diferentes modalidades de apoios consoante as zonas:
Zonas desfavorecidas: produção primária 60%; Transformação e comercialização 40%
Restantes zonas: produção primária 50%; Transformação e comercialização 40%
A formação especializada da PRODER para jovens agricultores está aberta a candidaturas desde 29 de janeiro, no entanto, no seu site poder ler-se que “neste momento não existem verbas disponíveis para aprovação de novos projetos”. Para o Curso de Jovens Agricultores só são admitidos os beneficiários com projetos de instalação entregues ao abrigo do PRODER, não sendo todavia necessário que estes já estejam aprovados, apenas submetidos. O curso não tem qualquer custo para os formandos e os horários são em regime laboral (9h às 16h) ou misto (16h às 22h) e são realizados de norte a sul do país (13 distritos).
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Quinta-feira, 4 de Abril de 2013

No campo: 8 Fazedores da terra

O negócio deles depende, não só da dedicação da equipa como do temperamento das estações: a chuva e o sol ditam-lhes o sucesso.
João Daniel criou a À mão de semear
João Daniel criou a À mão de semear
À mão de semear
Os caprichos do clima ditam-lhes o sucesso das colheitas. João Daniel decidiu que queria aproveitar o facto de viver no interior do país para poder oferecer um serviço inovador.
De carrinha amarela, distribui cabazes de legumes frescos de produção biológica, que semeia e colhe. Os passos de todo o negócio são comunicados aos clientes - que podem acompanhar de perto as novidades.
António Silvestre Ferreira quis seguir os passos do pai e criar uma empresa em Portugal que trouxesse algo de novo ao mercado que, ao mesmo tempo, fosse competitivo a nível internacional. As uvas sem graínha que produz nas terras do Vale da Rosa são a maior produção nacional do género e um grande sucesso nos países do norte da Europa.
Também Dário Nemésio decidiu apostar tudo numa memória de infância: aproveitou quatro hectares de terra em Torres Vedras para plantar pinheiros e ciprestes. O Meu amor é verde, a empresa que criou, já abriu a primeira loja em Campo de Ourique, em Lisboa: vende plantas.

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Quinta-feira, 14 de Março de 2013

Produzir cogumelos em casa.


Produzir cogumelos em casa. 
Uma forma fácil, divertida e ecológica de produzir cogumelos

Manual "O cultivo de cogumelos em pequena escala". 
http://www.anancy.net/documents/file_pt/40-p-2005-mushrom_screen.pdf 

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Segunda-feira, 11 de Março de 2013

Empreendedores agrícolas: concorra a bolsas de 692€/mês


Empreendedores agrícolas: concorra a bolsas de 692€/mês

Candidaturas ao programa Coopjovem já estão abertas e decorrem até ao final de setembro. Programa pretende apoiar 945 jovens.


Já estão abertas as candidaturas ao programa Coopjovem, criado no âmbito do Impulso Jovem,que visa apoiar, com bolsas até 692 euros por mês, 945 jovens que criem cooperativas ou invistam nas cooperativas agrícolas já existentes, gerando postos de trabalho. 

A meta deste programa de apoio ao empreendedorismo cooperativo é destinar 2,7 milhões de euros à criação de 100 cooperativas jovens ainda este ano, «como forma de desenvolvimento de uma cultura solidária e de cooperação, facilitando a criação do seu próprio emprego e a definição do seu trajeto de vida», lê-se no site da Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES).

As bolsas, atribuídas durante um período mínimo de dois meses e máximo de seis, variam entre os 419,22 euros por mês (para jovens com o 9º ano e sem ensino secundário completo), os 544,99 euros (para quem tenha o ensino secundário completo) e os 691,70 euros para os licenciados.

Quem pode concorrer? «Jovens dos 18 aos 30 anos que pretendam constituir uma nova cooperativa que integre de 5 a 9 cooperadores/as; Jovens dos 18 aos 40 anos que pretendem criar, com o limite máximo de nove jovens agricultores, uma cooperativa agrícola ou uma nova secção em cooperativas agrícolas já existentes que tenham até 10 trabalhadores/as», sendo que têm de possuir redisência nas chamadas regiões de convergência (Note, Centro e Alentejo). Outro requisito é que o projeto deve estar ainda na fase da ideia e ter potencial de crescimento. 

Para além das bolsas, os jovens terão direito a apoio técnico para o «alargamento de competências na área do empreendedorismo cooperativo e capacitação na estruturação do projeto cooperativo», ao mesmo tempo que têm a possibilidade de aceder ao crédito para o investimento, «bonificado e garantido nos termos da tipologia MICROINVEST». 

As candidaturas decorrem até 30 de setembro e são feitas diretamente a partir do site da CASES, onde há também um link destinado especificamente a esclarecer as dúvidas dos potenciais interessados.


Via: tvi24 / VC   

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Sexta-feira, 1 de Março de 2013

Rui Rodrigues, 36 anos: o publicitário que virou agricultor


Era publicitário mas há seis anos decidiu tirar uma pós-graduação em Ecoturismo, para uma eventualidade. Trabalhava numa agência em Lisboa e mal via a família, até que um dia se deu o clique: «Foi na altura da greve nas gasolineiras. Ia ter uma reunião no Porto e não havia gasóleo. Eu até tinha o carro atestado mas lembro-me de a minha mulher me ligar a dizer que já não havia frescos em Lisboa. Na altura tinha uma filha de meses e pensei: ‘Sou muito criativo, muito criativo, mas então e comida no prato?’. E resolvi mudar».

Começou com um terreno com oito hectares, fez um estudo de impacto ambiental porque a herdade que comprou no Rogil (Aljezur) estava dentro de um parque natural, fez um levantamento de fauna e flora, mais outro de taxa de ocupação e a partir daí começou a preparar as áreas de cultivo.
Dos oito hectares, três são só para salvaguardar a fauna e flora e os restantes cinco para agricultura: dois de hortícolas, dois de frutícolas e um de uva de mesa e morango. «Hoje tenho três colaboradores mas quando comecei, comecei sozinho. Perdi 17 quilos em quatro meses!».

O negócio, a que deu o nome Herança Rural, foi crescendo e Rui começou a vender cabazes com os seus produtos biológicos – no início a amigos. «Por semana entrego entre 40 e 60 cabazes. Mas clientes tenho 120!», e tudo em apenas um ano. Mesmo assim, acredita que continua a comer-se mal em Portugal porque as pessoas continuam a preferir ir ao supermercado comprar coisas que não são da época e que vêm de fora a comprarem «o que é nosso, o que é bom e o que é apanhado no dia antes».

«Não faço os cabazes ao quilo porque o conceito de quilo no biológico não faz sentido nenhum. Mas consigo ter, no mínimo, 13 legumes diferentes por semana». O sucesso está comprovado. Rui está no Rogil, de terça-feira a sábado, onde apanha os legumes que distribui em Lisboa – e arredores – ao domingo e à segunda-feira. Os preços variam entre 10 e 20 euros. «O meu cabaz de 20 euros dá perfeitamente para quatro pessoas comerem durante uma semana».

E acrescenta: «Temos que fazer um refresh à nossa mentalidade, à nossa postura, à nossa maneira de estar na vida. Uma couve sabe bem no Inverno, um feijão verde sabe bem no Verão... Isto tem tudo a ver com fazermos uma alimentação saudável, sem enganar as próprias plantas», conclui.
 Para o futuro, planeia construir um ecoturismo mas até ao final do Verão está envolvido no processo de exportação de 240 toneladas de abóbora e 100 toneladas de batata doce para Alemanha, Espanha, Itália e França. «E não houve um único banco que me ajudasse, fundos comunitários, apoios da câmara ou da junta. Nada».

Patrícia Cintra (texto) e Miguel Silva (fotografia)

Horta em Casa



Horta Zen

A ausência de áreas ajardinadas ou a falta de espaços de terra nas residências não servem de desculpas para o cultivo de uma charmosa, cheirosa e apetitosa horta caseira.

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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2013

Jovens agricultores: uma minoria em crescimento


Jovens agricultores: uma minoria em crescimento e cada vez mais formada

Sérgio Carvalho e Carla Pacheco concluíram este mês uma formação para jovens agricultores. Ele tem 24 anos e o ensino secundário, ela tem 36 e é doutorada. Todos os meses, 280 jovens instalam-se no sector.

O primeiro contrato que teve foi de 30 dias e em onze anos de profissão, com uma licenciatura e um doutoramento no currículo, só conseguiu trabalhar efectivamente durante cinco. Deu aulas no Porto, em Braga, em Vieira do Minho, em Lousada, em Famalicão, em Amarante, em Leça da Palmeira. Sempre de forma intermitente. Até que, há dois anos, deixou de conseguir colocação e decidiu mudar de vida.

No início do mês de Fevereiro, Carla Pacheco completou a formação profissional que lhe confere o título de jovem agricultora e passou a fazer parte de uma minoria que, de acordo com o Governo, tem vindo a crescer. Não foi a concretização de um sonho antigo - foi um drible habilidoso ao desemprego, que acabou por revelar-se uma opção feliz.

“Ia trabalhando no campo enquanto não tinha emprego, mas sempre concorri para ir dar aulas, nunca pensei viver disto. Agora se calhar vou deixar de concorrer”, confessou a jovem de 36 anos.

Mais do que de mágoa, a decisão de Carla enche-se de racionalidade. Surge da constatação de que a qualidade de vida que tem agora nada tem a ver com a que tinha quando dava aulas. “Quando estava em Lousada ia e vinha todos os dias, 60 quilómetros vezes dois. Cheguei a meio do ano, fiz as contas com a minha auxiliar e ela ganhava mais do que eu”, contou ao P3 na Quinta do Gomes, propriedade dos sogros, em Vieira do Minho, que Carla quer transformar numa quinta pedagógica.

Uns quilómetros à frente, na freguesia adjacente, Sérgio Carvalho é aquilo que sempre sonhou ser: agricultor. Completou o ensino secundário com um curso na área de Hotelaria, mas sempre soube que o futuro dele era no campo. “Estava lá, mas a minha ideia estava sempre aqui, com os animais.”

PRODER, programa que gere os fundos da Política Agrícola Comum, deu luz verde ao projecto de criação de gado minhoto, que o jovem de 24 anos está agora a desenvolver com a ajuda da mãe.

A primeira cooperativa jovem do país
Carla e Sérgio fazem parte de um grupo de 16 jovens de Vieira do Minho, com idades à volta dos 30 anos, que, depois de completarem uma formação dada pela CONFAGRI, querem avançar para a criação da primeira cooperativa jovem do país.

A tendência é crescente, ainda que pouco expressiva: apenas 2,5% dos agricultores portugueses têm menos de 35 anos e quase metade tem mais de 65. A CONFAGRI, onde todas as pessoas apoiadas pelo PRODER são obrigadas a fazer formação, teve, em 2012, um total de 708 formandos jovens, número que em 2011 era de apenas 272.

Quase metade dos jovens que procuram no sector agrícola uma oportunidade tem formação superior (46%) e os homens ainda predominam, ainda que sem uma maioria significativa (60%). A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, disse em Novembro que havia 240 jovens agricultores a instalarem-se no sector por mês. O PRODER vai mais longe e fala já de um ritmo de 280 por mês.

Sérgio Carvalho tem acompanhado os conselhos dos dirigentes portugueses aos jovens desempregados. Encolhe os ombros: “Achar bem, acho... mas a agricultura é a última opção, é vista como uma actividade para onde vão as pessoas que não têm capacidade para mais”, lamenta. E, quando a filosofia é essa, “não vai funcionar”, adverte: “As pessoas desistem quando percebem que têm de sujar as mãos e não têm descanso.”

A “incerteza” do sector, “sempre sujeito às alterações climáticas que podem pôr em causa todo um projecto e às dificuldades de acesso ao crédito e de comercialização”, é precisamente o calcanhar de Aquiles que a própria CONFAGRI, pela voz da directora de Marketing, Aldina Fernandes, aponta na hora de identificar a parte mais difícil da profissão de agricultor.  

Quando a quinta pedagógica estiver a funcionar, Carla espera conseguir os rendimentos necessários para dizer que vive da agricultura. Para já não é possível: é o marido, "advogado e agricultor de fim-de-semana", quem leva dinheiro para casa e permite levar o sonho da vida rural avante. Uma realidade que a mãe de Sérgio Carvalho conhece bem - e que a levou a tentar convencer o filho, até ao último segundo, a procurar outra profissão: "Da maneira como as racções estão caras e o preço da carne cada vez mais baixa, é complicado...." 

Contando com isso (e com a inexistência de férias e fins-de-semana, repetem os jovens de Vieira do Minho), a agricultura é, definitivamente, uma saída válida: “Acho que pode ser uma solução para o país. Temos tantos campos a monte e, no entanto, importamos imensa coisa que podíamos produzir aqui. É um gasto desnecessário”, diz Carla Pacheco, que espera ver a Quinta do Gomes em pleno funcionamento dentro de um ano. Sérgio Carvalho deixa uma nota final, que não pode ser esquecida: "[A agricultura] não é para todos, tem de se gostar muito."

Via: Texto de Mariana Correia Pinto/P3
Foto:Joana Maltez

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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2013

Casa construída com garrafas PET


Casa construída com garrafas PET
Uma das coisas mais maravilhosas sobre reciclagem é saber que cada pedaço de lixo pode se transformar em algo surpreendente. 

O reaproveitamento de garrafas Pet na construção de casas.
Como solução de construção rápida e barata, a Casa PET pode ajudar a resolver o problema de déficit habitacional em várias partes do mundo.

Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet
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Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet
Casa garrafa Pet

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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2013

Os Novos Rurais


Nos últimos tempos, o chamamento da agricultura levou muitos casais jovens, licenciados, a deixarem o Litoral e a demandarem para o Interior do País.

Aí lançaram novos projetos agrícolas, com a convicção de que estavam a lutar pelo seu futuro, mas também pela sobrevivência do País. Dados oficiais apontam para uma média de 200 novos casos de jovens que estão a olhar para o setor agrícola como o seu projeto de vida. É um fluxo de gente de classe média, educada, com formação superior, com mundo. Estas pessoas são do melhor que Portugal tem. Têm conhecimentos para perceber o que se passa e, conscientemente, assumem o risco de uma decisão que lhes vai mudar a vida para sempre. O movimento dos Novos Rurais é um movimento de empreendedores. Têm um desígnio, têm sentido de risco, e pretendem dedicar-lhe a vida. O Governo deve direcionar a sua atenção para este fenómeno, a mesma atenção que lhe devem merecer as questões da troika, do desenvolvimento e do futuro de Portugal. Os novos rurais, além das iniciativas que conseguirem vingar, vão ser responsáveis pela visão que a sociedade tiver da nossa agricultura daqui a 4,5 anos. Aos nossos olhos, a agricultura vai continuar a ter a mesma visão histórica, a ser o parente pobre da economia? Um setor envelhecido, obsoleto e sem futuro? Ou, pelo contrário, a partir da instalação de gente jovem, formada, com ideias e projetos, vai passar a ser olhado como uma área que está na moda, em que se obtém sucesso, competitiva, exportadora, que incorpora as novas tecnologias? Esperamos que seja a segunda opção a vingar. Para isso, é preciso estimular estes novos rurais para que elaborem rigorosos planos de negócio, e que os responsáveis políticos trabalhem para a implementação de medidas e políticas que permitam mais apoios.

Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2013

NOVOS TALHÕES HORTÍCOLAS NO PARQUE BENSAÚDE - LISBOA


Agricultura urbana - Lisboa / Parque Bensaúde
Candidaturas… a novos talhões hortícolas no Parque Bensaúde

Informa-se que se encontra aberto o processo de candidatura para atribuição de 20 talhões de cultivo, entre os 80 e os 120 m2, para a prática de agricultura urbana, através do modo de produção biológico, no Parque Hortícola Bensaúde (freguesia de São Domingos de Benfica, em Lisboa).

As candidaturas deverão ser apresentadas até às 17:00 horas do próximo dia 20 de fevereiro de 2013, nas instalações da CML.

Mais informação:
http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/novos-talhoes-horticolas-no-parque-bensaude

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Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2013

Notícia do Projecto Novos Rurais no portal MSN


Mudanças de vida contra o stress

Escrito por  Teresa Nunes com entrevista a João Monge Ferreira

A fuga de jovens e famílias da cidade para o campo é cada vez mais uma realidade incontornável. O desemprego urbano, a fuga ao stress e a paixão pela vida rural estão a operar uma verdadeira transformação no interior de Portugal. Conheça as histórias de quem mudou de vida em nome da paz e do sossego.

Já lá vão dois anos que Eduarda e Rafael, jovem casal na casa dos 30, puseram em marcha um plano de mudança radical: fugir da cidade e passar a viver fora de Lisboa numa pequena casa térrea, com terreno para os seus dois (agora três) cães, perto da praia e rodeados de pinheiros. Para trás, ficou o apertado apartamento no Dafundo, o stress do estacionamento ao chegar a casa, o barulho infernal do intenso tráfego e, claro, as horas intermináveis nos transportes para chegar ao emprego. Complicada também era a situação dos cães de Eduarda e Rafael, a quem o casal queria proporcionar mais do que os poucos momentos de vida ao ar livre que lhes conseguiam dar por dia.

"Procurávamos uma outra casa no Dafundo ou ali perto, quando deparámos com uma moradia na Charneca da Caparica, pequena mas linda e com um terreno ótimo. Equacionámos os prós e contras de uma mudança tão radical já que tínhamos a família toda deste lado, assim como os empregos. Fizemos contas ao dinheiro, mas pesou a liberdade e o tempo que ganharíamos para nós", conta Eduarda.

Volvidos dois anos, qual é o saldo? "Temos mais tranquilidade, mais privacidade e ar puro. Relativamente à minha asma, noto enormes diferenças. Como respiro melhor, parece que ando mais leve. Além que ganhámos tempo para nós e qualidade de vida" explica Eduarda, acrescentando: "Voltávamos a fazer o mesmo e até mais para o interior. Se um de nós tivesse uma excelente oportunidade de emprego numa zona rural, iriamos com toda a certeza e de sorriso na cara".

Tal como este casal, a fuga da azáfama urbana começa a ser uma realidade palpável. Fala-se já num fenómeno de fuga das cidades para os campos por uma camada da população jovem, executiva, empreendedora, que ambiciona uma vida sem stress e apegada aos valores rurais.

Jovens agricultores sempre a aumentar

Aliás, o número de jovens agricultores portugueses tem vindo a aumentar exponencialmente, assim como as candidaturas ao PRODER (Programa de Desenvolvimento Rural da União Europeia) que, em 2012, bateram todos os recordes segundo o Ministério da Agricultura, possivelmente devido à crise económica.

Fundador do Movimento Novos Rurais (MNR), João Monge Ferreira, é um exemplo vivo da mudança de uma família de Lisboa para o espaço rural. Há oito anos, deixou a capital e instalou-se em Loulé, no Algarve. Foi na pacatez algarvia que se lançou no desenvolvimento dos projetos Novos Rurais e EcoCasa Portuguesa. Ambos destinados a facilitar e promover a migração para as zonas rurais.

Segundo João Monge Ferreira, o MNV designa uma nova classe de pessoas que, tendo nascido nas cidades, opta por uma vida mais tranquila e próxima da natureza, pessoas que são amantes da vida no campo.

"Podemos dizer que o MNV é um movimento de empreendedores, pessoas que sabem exatamente o risco que correm mas, mesmo assim, querem mudar de vida. A iniciativa pretende ainda permitir que a sociedade urbana reencontre o prazer de cultivar e de cuidar de pequenas hortas, promovendo valores como o autoconsumo, a saúde e o bem-estar", explica o fundador do movimento.

Mas será que já se pode falar num fenómeno de "êxodo citadino"? João M. Ferreira é categórico: "A saída das famílias das cidades para os campos é uma tendência crescente principalmente na camada mais jovem. Muitos são licenciados desempregados ou que estão saturados das cidades. O stress, o desemprego, o custo de vida elevado, e principalmente a falta de tempo levam a que cada vez mais se procure uma vida no campo", explica, acrescentando: "Convém não esquecer a componente ecológica, o estar ligado à natureza, as hortas urbanas, as hortas em casa, as hortas comunitárias."

À frente do MNR, João reúne e partilha ideias, projetos e experiências sobre a paixão da vida no campo. No movimento, vai "agregando pequenos agricultores biológicos e aproveitando este nicho da economia que é vital ao desenvolvimento do país, privilegiando, de forma sistemática, a aquisição de produtos portugueses, adquirindo-os a pequenos produtores e gerando riqueza no país, consolidando postos de trabalho nacionais."

O MNR dinamiza ainda fóruns de discussão, a apresentação de projetos de turismo rural e turismo de natureza, "salvaguardando deste modo a nossa riqueza patrimonial, natural, cultural e turística, promovendo também workshops, em temáticas como hortas urbanas, permacultura e eco-construção".


A paixão campestre de João Monge Ferreira impulsionou ainda a criação do projeto EcoCasa Portuguesa. A ideia é ter uma Eco Casa para todos, construída através de uma rede de fornecedores cem por cento portugueses que se tornam embaixadores da causa.

"É esta a ambição do projeto: atrair, sensibilizar e informar as pessoas que procuram (re)construir edifícios e espaços. Para tal, são convidados todos aqueles que projetam, planeiam e executam as construções e os equipamentos, com uma atitude intencional na criação de construções sustentáveis, com menores custos económicos e ambientais e aportando valor acrescentado à qualidade de vida". E na página de facebook da Eco-Casa Portuguesa o sucesso do projeto mede-se pelos mais de 62 mil seguidores e pelos inúmeros comentários diários no mural.

Vida rural

E poderá o campo ser uma porta para quem está no desemprego e afetado pela crise económica? "Sem dúvida!" - admite João Ferreira - "Embora o desemprego seja transversal a todo o país, na agricultura há muito que fazer, ainda há um grande caminho a percorrer sendo neste momento uma janela de oportunidade", defende João Monge Ferreira, deixando o seguinte conselho:

"Qualquer pessoa que está insatisfeita com o seu modo de vida deve tentar inverter essa situação. Efetivamente no campo ou em cidades mais pequenas, ganhamos muito tempo para nós e para a família. O stress deixa de fazer parte do vocabulário corrente, tudo fica mais perto e os dias parecem maiores. No entanto, tenho que alertar para o isolamento, para a dificuldade de aquisição de certos produtos, a falta de oferta cultural a rede deficitária de transportes."

E o que fazer perante esta última advertência? Manter a calma e ver as coisas numa outra perspetiva é uma opção.

"Mudar de vida não é uma tarefa fácil, a adaptação ao modo de vida das aldeias pode ser um choque para quem nunca teve contacto com esta realidade e só vê o lado romântico da situação", admite o dirigente dos Novos Rurais, continuando: "No entanto, e no contexto atual, há cada vez mais vantagens em ir viver para o campo. Regra geral o custo de vida é mais barato que nas cidades e, se pensarmos bem, Lisboa e Porto não são assim tão longe o que nos permite, sempre que sentirmos necessidade da oferta (principalmente) cultural e de entretenimento, uma fácil deslocação. A maneira de ser das gentes do campo é um elemento muito facilitador para a integração social."

Apesar de haver muito a ponderar e múltiplos obstáculos a ultrapassar, uma mudança de vida como aqui se fala é possível recorrendo a alguns apoios e financiamentos. O Movimento Novos Rurais enumera alguns: FEADER – Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural; PRODERQREN - Quadro de Referência Estratégico Nacional; PRRN - Programa da Rede Rural Nacional; CAP - Agricultores de Portugal.

Fontes: 

João Monge Ferreira, Movimento Novos Rurais

Eduarda Oliveira




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Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2013

Projeto ARA foi distinguido pelo Governo


Governo distingue projeto que colocou jovens a estagiar no Alqueva.Executivo quer estimular empreendedorismo e promover financiamento à inovação.


Segundo a EDIA, a distinção «+e+i» é «o reconhecimento da importância» do projeto «para o desenvolvimento regional e para a inversão do processo de desertificação e abandono em áreas rurais de baixa densidade populacional, através da promoção do empreendedorismo».

O programa «+e+i» pretende «estimular o empreendedorismo e promover o financiamento à inovação, contribuindo para a capacidade de crescimento e para o aumento do nível de competitividade do país», explica a EDIA, citada pela Lusa.

Através do projeto «Aldeias Ribeirinhas do Grande Lago Alqueva», 15 jovens licenciados estão a estagiar, desde dezembro e durante nove meses, em quatro aldeias do distrito de Évora - Capelins (Alandroal), Luz (Mourão), Alqueva (Portel) e Campinho (Reguengos de Monsaraz) - e uma do distrito de Beja - Povoa de São Miguel/Estrela (Moura).

Segundo a EDIA, o projeto visa procurar «soluções inovadoras e sustentáveis» para «dinamizar económica, social e culturalmente» as aldeias e «as potencialidades criadas pelo Grande Lago Alqueva».

Para tal, os 15 jovens licenciados em várias áreas estão nas cinco aldeias, onde, através de estágios profissionais, irão desenvolver as suas competências e «envolver-se na vida» das localidades para «perceber» as suas potencialidades e criar negócios e projetos empresariais sustentáveis a longo prazo.


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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013

Jovens licenciados recorrem à agricultura como saída profissional


É uma tendência crescente entre os desempregados mais novos e com canudo. Confederação dos Agricultores de Portugal alerta para o nível técnico hoje exigido a quem se dedica ao ramo.

São cada vez mais os jovens licenciados a procurar a agricultura. Nos últimos três meses de 2012, subiu para 250 por mês o número de candidaturas ao Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER). 

Sem colocação na sua área de formação, é na agricultura que advogados, arquitectos, designers e até informáticos encontram a solução para os problemas financeiros e de falta de emprego que atravessam. 

Pela Associação de Jovens Agricultores de Portugal passa a maioria dos casos, com pedidos de apoio e de esclarecimento. "É o fim da linha para eles", afirma Ricardo Brito Pais, da associação. 

Mas o secretário-geral da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), Luís Mira, faz questão de deixar o aviso: "Hoje, para se ganhar dinheiro na agricultura, é preciso ser um especialista, ter um conhecimento técnico profundo e ter quem compre os produtos".


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por Henrique Cunha / Renascença Foto:Novos Rurais

Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2013

Mcdonalds cultiva cebolas no Alqueva

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A Mcdonalds nem sempre usa os produtos dos locais onde tem restaurantes, mas as cebolas portuguesas conquistaram a empresa norte-americana de tal forma que a marca decidiu produzi-las cá e levá-las para outros restaurantes na Europa.
O local escolhido foi a zona abastecida pelo reservatório do Alqueva, no Alentejo, onde a Mcdonalds começou com uma área de produção dos 300 hectares mas onde pretende reforçar para 700 hectares, adiantou João Basto, o presidente da Empresa de Desenvolvimento e Infra-Estruturas de Alqueva (EDIA), a entidade que está a construir a rede de rega e abastecimento de água na região.  

De acordo com este responsável, a Mcdonalds acordou comprar as cebolas aos agricultores portugueses que as levam para uma unidade em Badajoz, Espanha, e daí para outros restaurantes da marca na Europa. 
João Basto conta que, como a Mcdonalds, há cada vez mais empresas a usar os terrenos do Alqueva para a produção agrícola porque eles têm abastecimento de água garantido pelos investimentos que têm estado a ser feitos pela EDIA.
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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013

Horta, uma agência de criatividade



Empreendedorismo: esta Horta é uma agência de criatividade

Conheça a frescura de um negócio criado por três jovens amigos, que quiseram «plantar» o seu próprio destino profissional.

Três amigos, três áreas profissionais. A mesma empreendedorismo-mania. Quiseram plantar o seu próprio destino e criaram a Horta, uma agência de criatividade ligada à comunicação, marketing, design «e outras hortaliças».

Estão em Aveiro, um mercado que, tinham a certeza, «podia ser explorado», pela análise que fizeram da concorrência. 

Diana da Silva Antão, 25 anos, tirou o curso de jornalismo e estava desempregada. João Costa, do marketing, ainda está a estudar, mas já trabalhou. Hugo Magalhães, designer, está a frequentar o mestrado, em Barcelona.

Já tinham alguns clientes. O próximo passo foi registar a empresa e abrir uma loja. Capital inicial: 4.000 €. As obras estão praticamente concluídas. 

Olho para o negócio: poucos encargos

Têm um acordo de parceria que lhes permite não pagar renda. «O dono da loja tem um negócio de turismo rural e tinha interesse em promovê-lo. Nós tínhamos interesse na loja. Prestamos-lhe serviços no valor da renda».

Têm a noção de que, na fase inicial de qualquer negócio, «quanto menos riscos, melhor». Esta parceria reduziu o risco de investimento e não os compromete com um contrato de longa duração. 

Depois, tanto a decoração da loja como o equipamento «ou veio de casa, ou é reciclado». O nome, Horta, espelha bem este conceito: «O primeiro nome começou por ser Lavoura. Puxar pelo regresso à terra. Quando arranjamos produtos da horta, com maior qualidade, podemos controlar o processo, e de forma possivelmente mais barata», explicou Diana

Ora era precisamente essa a ideia destes três jovens. «Criar produtos com qualidade, mais acessíveis em termos de preço. Uma relação próxima com o cliente. E com frescura».

Querem ser «mais ousados no tipo de comunicação e design em comparação com o que há em Aveiro», acrescenta João. 

O balanço é positivo. Já tinham clientes de antes e acabaram de fechar quatro trabalhos. «Já estão prontos e vamos continuar a colaborar com essas empresas». 

A Horta está a crescer 

Diana mudou de vida e não se arrepende. «Emprego em jornalismo? O que é que sobra? Despedimentos? Ou sais da tua área, ou emigras, ou crias um negócio próprio e ajudas os outros». 

A Horta já está a ajudar. «Temos já um vasto número de clientes. Sentimos que já não temos muitas mãos a medir. Já temos de contratar outras pessoas para nos ajudar». São jovens, criaram o seu próprio emprego e já estão a criar outros. Inicialmente eram três, agora já são seis. 

Como o meio onde trabalham é pequeno, quiseram tirar proveito disso. «O escritório funciona quase como uma loja, tem bastante exposição, está bem no centro da cidade, chama a atenção. É bastante aberto e convidativo. É importante que as pessoas possam ver-nos a produzir e trabalhar. Isso cria proximidade».

Estão ali, no meio do comércio tradicional, que «precisa urgentemente de ajuda» para sobreviver. E esta agência de criatividade acredita que pode ajudá-los. Em Aveiro, existem «parcerias inter-ajudas entre empresários. Há estabelecimentos comerciais que precisam de renovar a sua comunicação e outros podem refrescar o seu negócio». É mais fácil que o boca-a-boca seja um meio de divulgação e de referência entre clientes que os contactam.

«Dizem que esta é uma péssima altura para investir. Nós sentimos que era melhor altura. Quisemos arriscar. Já temos tão pouco a perder. Não há melhor do que ver satisfação dos clientes no final da entrega do trabalho». E, no fim de contas, gerir o próprio negócio «dá outra adrenalina».

Já têm um trabalho para fora, Coimbra. Ambicionam ir mais longe. «O negócio é claramente para gerar lucro, mas, enquanto jovens, se é verdade que podíamos estar a estagiar, criámos o nosso próprio negócio e temos um posicionamento individual muito superior aos concorrentes da nossa idade. Ser empreendedor é uma mais-valia». Disso, não têm dúvidas.

Fonte:TVI24
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