Somos amistosos e curiosos, inteligentes e irreverentes, engraçados e atarefados, brincalhões e trapalhões, optimistas e saudosistas, pensativos e cognitivos, ingénuos e ténuos, divertidos e vividos, sabichões e amigalhões, honestos e lestos, vaidosos e afectuosos, empenhados e assanhados, extravagantes e acutilantes, compreensivos e objectivos, sociáveis e admiráveis, distraídos e agradecidos, orgulhosos e atenciosos, pacatos e sensatos. Mas... o que gostamos mesmo... é do Movimento Novos Rurais!

sábado, 15 de outubro de 2016

Novos Rurais - Novo Site

Estamos numa nova quinta!
Visite-nos no novo site e partilhem!



Novos Rurais - Farming Culture
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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Nova Quinta

Estamos numa nova quinta (site)!
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quarta-feira, 9 de março de 2016

Os Novos Rurais



Nos últimos tempos, o chamamento da agricultura levou muitos casais jovens, licenciados, a deixarem o Litoral e a demandarem para o Interior do País.

Aí lançaram novos projetos agrícolas, com a convicção de que estavam a lutar pelo seu futuro, mas também pela sobrevivência do País. Dados oficiais apontam para uma média de 200 novos casos de jovens que estão a olhar para o setor agrícola como o seu projeto de vida. É um fluxo de gente de classe média, educada, com formação superior, com mundo.

Estas pessoas são do melhor que Portugal tem. Têm conhecimentos para perceber o que se passa e, conscientemente, assumem o risco de uma decisão que lhes vai mudar a vida para sempre. O movimento dos Novos Rurais é um movimento de empreendedores. Têm um desígnio, têm sentido de risco, e pretendem dedicar-lhe a vida. 



O Governo deve direcionar a sua atenção para este fenómeno, a mesma atenção que lhe devem merecer as questões do desenvolvimento e do futuro de Portugal. Os novos rurais, além das iniciativas que conseguirem vingar, vão ser responsáveis pela visão que a sociedade tiver da nossa agricultura daqui a 4,5 anos. Aos nossos olhos, a agricultura vai continuar a ter a mesma visão histórica, a ser o parente pobre da economia? Um setor envelhecido, obsoleto e sem futuro? Ou, pelo contrário, a partir da instalação de gente jovem, formada, com ideias e projetos, vai passar a ser olhado como uma área que está na moda, em que se obtém sucesso, competitiva, exportadora, que incorpora as novas tecnologias? Esperamos que seja a segunda opção a vingar. Para isso, é preciso estimular estes novos rurais para que elaborem rigorosos planos de negócio, e que os responsáveis políticos trabalhem para a implementação de medidas e políticas que permitam mais apoios.


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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Agricultura mundial em risco


Diminuição do número de abelhas e borboletas coloca agricultura mundial em risco.


O declínio da população de abelhas, borboletas e outros insetos, importantes para a polinização agrícola, que está a colocar em risco a agricultura mundial. O alerta foi feito pela ONU, depois da divulgação de um relatório sobre biodiversidade. O declínio dos insectos polinizadores não é um tema novo, mas este relatório vem dar-lhe mais força.

O trabalho realizado pela Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços dos Ecossistemas (IPBES, em inglês) chegou a esta conclusão no seu primeiro relatório, divulgado nesta segunda-feira, em Kuala Lumpur, e comentado pela ONU nesta sexta-feira.
As populações de "abelhas e borboletas têm vindo a diminuir em abundância, ocorrência e diversidade, numa escala local e regional do Nordeste da Europa e América do Norte devido a vários fatores, muitos deles causados pelo homem, o que coloca em risco os meios de subsistência de milhares de pessoas", denuncia o relatório, que foi encomendado pela ONU, em 2012.
Na Europa, 9% das abelhas e borboletas estão ameaçadas de extinção e as suas colónias tiveram um declínio de 37%, no caso das abelhas, e de 31%, no caso das borboletas, de acordo com os dados disponíveis sobre esta espécie. O relatório refere também que, em alguns locais da Europa, mais de 40% das espécies de abelhas podem estar ameaçadas.
Segundo a IPBES, o declínio da população destes polinizadores também foi detetado em outros pontos do planeta devido a várias causas, como pesticidas, poluição, espécies invasoras, perda de habitat ou alterações climáticas. No entanto, a falta de dados oficiais na América Latina, na Ásia e em África fragiliza a análise deste estudo, em relação a estas espécies, uma vez que nestes continentes a informação é mais consistente no que toca a outros animais, como morcegos e pássaros.
O relatório alerta ainda para o facto de 5% a 8% da produção agrícola mundial, que gera entre 235 a 577 mil milhões de dólares (cerca de 213 a 523 mil milhões de euros), estarem diretamente dependentes da ação dos polinizadores nas colheitas de cereais e frutas.
Os alimentos "dependentes dos polinizadores abrangem frutas, vegetais, sementes e frutos secos, que fornecem grandes proporções de micronutrientes, vitaminas e minerais, essenciais à nossa dieta” comentou Simon Potts, vice-presidente do IPBES e professor da Universidade de Reading, Reino Unido.
De maneira geral, pelo menos três quartos das colheitas mundiais dependem de polinizadores para o crescimento e qualidade das plantas, indicam estes especialistas. O relatório salvaguarda, no entanto, culturas como o arroz, trigo e outros cereais, que não dependem da polinização.
Este relatório foi realizado por cerca de 80 cientistas de todo o mundo. O IPBES está encarregue de fazer relatórios sobre o declínio de espécies animais e vegetais, assim como sobre os seus ecossistemas, que constituem a biodiversidade mundial.

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João Monge Ferreira
CEO Novos Rurais

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Aplicação gratuita sobre hortas biológicas em casa



Saiba como cuidar da sua horta com esta aplicação cheia de dicas de cultivo de diferentes variedades. 

Pode ter agora em casa desde hortícolas até ervas aromáticas, que vão transformar a forma como cozinha, recorrendo a esta app que o vai guiar pelos diferentes procedimentos que deve levar a cabo para cultivar com sucesso.

Esta nova ferramenta disponibiliza informação e dicas práticas sobre como cultivar alho francês, rúcula, coentros, salsa, morangos, entre muitas outras variedades de hortícolas e aromáticas, de forma a difundir as práticas da agricultura urbana em Portugal.

Tendo por base o método da agricultura biológica, a aplicação ensina quando, como e onde semear, plantar, colher e regar cerca de 28 variedades de cultivos.

Disponibiliza informação sobre a exposição solar adequada, o tipo de solo, a estação do ano e em que pratos utilizar os produtos.

A aplicação foi desenvolvida pela Digital Species e pode ser descarregada em:
Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=pt.dsp.plantit
iOS: https://itunes.apple.com/pt/app/plantit/id1073154875?l=en&mt=8

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Salicórnia o Sal Verde


A planta que é uma alternativa ao sal: antes era uma praga, agora é uma erva gourmet.

A salicórnia é uma planta halófita. Cresce espontaneamente em ambientes salinos, como sapais. Outrora vista como erva daninha e utilizada para rações ou alimento de pescadores, sobretudo no norte da Europa, a Salicórnia é hoje alvo de estudo. As suas propriedades têm conduzido a um interesse económico e ao seu desenvolvimento comercial.

Mede entre 30 a 40 centrímetros, assemelha-se aos espargos verdes, daí ser apelidada de “espargos do mar.” É igualmente chamada de “sal verde”, sendo um tempero alternativo ao sal. Associada com frequência na confeção de peixe e marisco, conceituados chefs internacionais introduzem-na em pratos de carne, nomeadamente borrego.

Esta planta gourmet de cozinha de autor tem cultivo organizado, por exemplo, em França e no Reino Unido, e muito consumida na Holanda. Em Portugal não tem ainda expressão, apesar de ser encontrada ao longo da nossa costa, mais frequentemente nas margens dos canais da ria de Aveiro e Ria Formosa, no Algarve.



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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Fast food: os seus perigos e como os reduzir

Todos nós já ouvimos falar do mal que faz à saúde consumir fast food, mas quais os seus verdadeiros riscos? Será possível fazer escolhas saudáveis num restaurante de fast food?


fast food, também conhecida como “comida de plástico” ou “comida de conveniência”, é barata, cómoda, conveniente e, para muitos de nós, sabe bem de mais e, num mundo acelerado como o dos dias de hoje, estas são qualidades que contribuem para que a fast food se torne tão presente e enraizada nas vidas de tanta gente. Contudo, nem tudo são benefícios…Pelo contrário, “o barato” pode realmente “sair caro”…
Infelizmente, uma só refeição de fast food pode conter calorias, sódio e gordura suficientes para um dia inteiro ou mais e consumir fast food regularmente pode conduzir a vários problemas de saúde.
Pode ser difícil resistir à tentação de comer algo rápido e barato, contudo, pode optar pelas escolhas mais saudáveis e, assim, aproveitar à mesma o preço e a conveniência dos restaurantes de fast food.
Fast food: os seus perigos e como os reduzir
Afinal, quais os riscos da “comida de plástico”?
fast food está carregada de calorias, em especial, açúcar refinado e gorduras saturadas que bloqueiam as artérias. Este tipo de comida contém também bastante sódio, proveniente do sal e de outros aditivos. Para além disto, a fast food é ainda pobre em fibras e micro nutrientes fundamentais, como vitaminas e minerais. A juntar a isto, e para piorar a situação, muita desta comida é ingerida com grandes quantidades de refrigerantes (ricos em açúcar), que muitos restaurantes servem gratuitamente como forma de incentivo. Tudo isto resulta num acumular de calorias no organismo que não são utilizadas, sendo, por isso, armazenadas sob a forma de gordura.
Os problemas não ficam por aqui, pois a “comida de plástico” não se limita a oferecer-lhe uns “quilos” a mais. Eric Schlosser, jornalista, escritor e investigador americano, revela no seu livro (Fast Food Nation: The Dark Side of the All-American Meal, 2003) que a fast food é também um enorme perigo para a saúde.
Se juntarmos a tudo isto a falta de exercício físico, o problema da obesidade é agravado. A maioria das pessoas que gosta de fast food não tem consciência de que a obesidade não é apenas “uma monstruosidade”, mas sim um enorme factor de risco para um alargado número de doenças mortais, como a hipertensão arterial, diabetes, colesterol elevado, problemas cardíacos e até mesmo diversos tipos de cancro.
Estudos científicos revelam que alimentos com elevados níveis de calorias e ricos em gordura, açúcar refinado e sal, reconfiguram as hormonas presentes no nosso organismo de modo a desejarmos este tipo de comida e querermos sempre mais, fazendo com que a fast food se torne viciante – isto contribui para que se torne viciado neste tipo de comida e a consuma de modo incontrolado, mesmo tendo noção dos prejuízos para a saúde que daí podem advir, pois quanto mais consome, mais difícil se torna optar por comida saudável.
Apesar de alterar os hábitos alimentares e deixar de consumir fast food frequentemente não ser uma tarefa fácil, é possível. Para começar, pode-se ir reduzindo sucessivamente a frequência com que se consome este tipo de comida e ir comendo mais comida caseira com muitos vegetais e alimentos frescos. Lentamente, o seu gosto mudará e o organismo responderá com nova energia. Isto não significa que tenha que erradicar a fast food da sua alimentação, apenas que não fica dependente dela.
Fast food: os seus perigos e como os reduzirMorgan Spurlock, realizador do documentário “Super Size Me”, decidiu colocar o seu próprio corpo à prova com o intuito de avaliar a veracidade das questões associadas à fast food. Morgan iniciou uma viagem pelos EUA, durante um mês, alimentando-se apenas no McDonald’s (três refeições por dia). Só poderia consumir o menu grande caso lhe fosse oferecido e também teria que comer, pelo menos uma vez, de cada item do menu.
Antes de se iniciar a viagem, foram realizados inúmeros exames médicos que revelaram que tudo estava perfeito com a sua saúde. No entanto, à medida que a sua experiência foi decorrendo, o seu estado de saúde foi sofrendo alterações drásticas. Morgan começou a sentir dores no peito, dificuldade em respirar, a entrar em depressão, a sofrer de insónias, com tremores e o seu fígado deixou de funcionar. A juntar a isto, Morgan Spurlock ganhou 12 quilos.
O que se passou para que a comida provocasse este efeito?
Acontece que, para além de ser conveniente para nós, a fast food também o é para quem a produz, devido à produção em massa e barata dos seus ingredientes. O problema é que, para nos ser conveniente, acaba por ser sacrificada a nível do seu valor nutricional, sendo ainda adicionadas grandes quantidades de açúcares, gorduras e sal para que as sensações proporcionadas sejam as desejadas. É, no entanto, sabido que tais ingredientes em excesso provocam consequências. Por exemplo:
  • As gorduras usadas neste tipo de produtos,  as chamadas gorduras saturadas, aumentam os níveis de colesterol, provocando coágulos nas artérias e aumentando o risco de doenças coronárias;
  • O excesso de açúcares na “comida de plástico” é motivo de grande preocupação, não só pelo reconhecido impacto na saúde dentária, mas também pela sua ligação direta à obesidade, às doenças cardíacas e ao cancro;
  • O sal em excesso é responsável pelo aumento da tensão arterial e aumenta o risco de ataques cardíacos.
A experiência de Morgan Spurlock levou-o a uma exposição constante a grandes quantidades destas comidas de alto risco, não sendo, por isso, de estranhar os graves problemas de saúde originados. É, no entanto, motivo de alerta a consciência de que tais problemas podem ocorrer num período de tempo tão curto
Tal como já foi referido acima, não se trata de excluir a fast food das nossas vidas, é apenas uma questão de reduzir a nossa dependência desse tipo de alimentos, devendo-nos focar numa dieta saudável.
Quando é saudável comer fast food?
Raramente é saudável comer “comida de plástico”, precisamente por este tipo de comida ser baixa em nutrição e rica em gordura, sódio e calorias. Assim sendo, o segredo é mesmo a moderação, evitando, assim, que se torne num hábito. Para além disto, apesar de ser um desafio encontrar uma refeição saudável e bem equilibrada na maioria dos restaurantes de fast food, há sempre escolhas mais saudáveis do que outras.
Aprenda a fazer escolhas mais saudáveis em restaurantes de fast food
Para que se torne mais fácil fazer escolhas mais saudáveis em restaurantes de fast food, deve preparar-se antes, consultando os guias nutricionais dos menus dos seus restaurantes preferidos para melhor avaliar as suas opções. Pode também optar por restaurantes que incidam sobre alimentos naturais e de alta qualidade.
Caso não tenha tempo para se preparar, o bom senso pode ajudá-lo a que a sua refeição se torne mais saudável. Por exemplo, se escolher uma salada, convém optar por vegetais frescos e grelhados e deixar de lado os fritos e os molhos com gordura.
Dicas para escolhas saudáveis
Fast food: os seus perigos e como os reduzir
Seleccione o menu cuidadosamente, prestando atenção às descrições. Pratos que sejam rotulados de “frito”, “cremoso”, “crocante”, “gratinado”, “com molho”, entre outros, são normalmente ricos em calorias, sódio e gorduras não saudáveis. Deve optar por pratos com carnes magras e mais vegetais.
Beba água à refeição, pois os refrigerantes são uma enorme fonte de calorias.
“Dispa” a sua comida. Ao escolher determinado prato, tenha em atenção aquilo que o compõe que poderá evitar e colocar de parte. Por exemplo, peça uma sandes de frango grelhado sem maionese. Pode pedir os molhos à parte, controlando, assim, a quantidade que consome.
Encomenda especial. Muitos itens do menu seriam saudáveis se não fosse pela forma como eles foram preparados. Peça para que os pratos sejam servidos sem molhos e com legumes e utilize azeite e vinagre nas saladas. Se o alimento for frito ou cozido em azeite/manteiga, peça para que seja grelhado ou cozido a vapor.
Coma conscientemente. Preste atenção ao que come, saboreie, mastigue cuidadosamente e evite comer a correr. Comer conscientemente também significa parar antes de se sentir totalmente satisfeito, na medida em que o organismo leva tempo a registar o que foi consumido. Comer de forma consciente permite um maior relaxamento, contribuindo para uma melhor digestão e uma maior satisfação.
Dicas para saber o que evitar
Fast food: os seus perigos e como os reduzir
Porções exageradas. Prefira pequenas quantidades, pois uma refeição de fast food chega facilmente às 1000 calorias. Prefira a salada às batatas fritas e nunca opte por menus grandes. Muitas vezes uma dose dá para duas refeições, por isso, pode optar por levar metade para casa e guardar para o jantar.
Sal. A “comida de plástico” já tem bastante sal, por isso, não piore a situação adicionando ainda mais.
Bacon. O bacon tem muito poucos nutrientes e é rico em gordura e calorias. Tente substituí-lo por cebola, alface, tomate ou mostarda para adicionar sabor sem gordura.
Buffets. É de evitar, pois existe a tendência de comer mais para garantir que consome o valor gasto. Caso opte por um buffet, prefira as frutas frescas, saladas com azeite e vinagre, pratos grelhados e legumes cozidos a vapor. Antes de se levantar para comer novamente, aguarde cerca de 20 minutos para se certificar que, realmente, ainda tem fome.

Fontes:
  • Health Food Guide – “Fast Food Effects on Health“
  • Fitness – “Os perigos escondidos da Fast Food”
  • HelpGuide  – “Healthy Fast Food”
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Sumos detox: 2 receitas para desintoxicar



Não fazem milagres, mas há pouca coisa a que não prometam fazer bem: desintoxicar o organismo, dar energia, dar brilho à pele e ao cabelo, combater a depressão e o envelhecimento. 

Sumo Desintoxicante
2 maçãs
1 mão cheia de espinafres
1 pepino
sumo de 1/2 limão
1 colher de sementes de linhaça
1 copo de água fresca
1/2 copo de leite de soja (opcional)
  
Sumo Energizante
1 banana
1/2 pêra
5 folhas de alface
1 raminho de coentros
1 copo de cereais muesli triturados
1 copo de água fresca
1 colher de café de canela em pó
1 iogurte natural

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

10 benefícios do gengibre para a saúde



São muitos os benefícios concedidos pelo gengibre à saúde humana em todos os seus aspectos. 

Eles podem ser listados de diversas maneiras tanto no sistema digestivo como no combate às bactérias, no processo de desintoxicação, no combate a doenças respiratórias, no tratamento de problemas relacionados ao sistema respiratório, no combate dos enjoos matinais e infinitas outras coisas mais que poderiam ser citadas. Aqui, entretanto, serão elencados apenas os 10 mais importantes, que se julga serem os essenciais para as necessidades humanas nos aspectos gerais do dia a dia. São eles:

1.  A proteção contra bactérias e fungos: o gengibre possui ação antioxidante e anti-inflamatória, o que lhe garante a eficácia na proteção contra bactérias e fungos. Ele é um grande auxílio naquilo que diz respeito às infecções causadas por esses microorganismos que podem causar doenças como impetigo, botulismo, hanseníase, meningite, tétano e muitas outras. Seu uso regular garante essa proteção.

2. Ação expectorante: o gengibre é expectorante e sudorífero, o que quer dizer que ele auxilia na expulsão das secreções do sistema respiratório. Isso ocorre devido aos extratos do gengibre, elementos que estimulam os centros vasomotor e respiratório, que auxilia no tratamento de congestão nasal, combate à gripe, resfriado e diversos outros males que causam complicações ao sistema respiratório. Além disso, ele induz à transpiração e ao suor, propriedade que se configura como indispensável para a eliminação de líquidos no corpo, bem como para a liberação toxinas e bactérias.

3. Ação emagrecedora: o gengibre possui ação emagrecedora porque tem ação termogênica, ativa o metabolismo e auxilia no processo da queima de gordura. Muito cuidado, contudo, com essa propriedade. A aceleração do metabolismo pode causar complicações à saúde de pessoas que já tenham o metabolismo desregulado. Nesses casos, é imprescindível observar as reações do corpo. Se necessário, suspenda o uso e procure a orientação de um médico.

4. É estimulante para o TGI: o gengibre aumenta o peristaltismo e o tônus do músculo intestinal, o que impede a formação de gases para o aparelho digestivo. Nesse sentido, além de auxiliar no bom funcionamento do sistema digestório, provoca uma incrível sensação de bem estar porque evita cólicas e dá sensação de leveza ao corpo.

5. É Afrodisíaco: o gengibre é considerado um vegetal afrodisíaco devido ao seu óleo, que, quando utilizado para massagear o abdômen, causa uma irresistível sensação de aquecimento que conduz à libido e, conseqüentemente, tende a aumentar o desejo e a sensação de prazer na relação sexual.

6. Promove o esvaziamento do estômago: a liberação de enzimas promovida pelo gengibre traz como conseqüência o esvaziamento do estômago, o que proporciona sensação de leveza e bem estar. Entretanto, muito cuidado com as reações que o organismo pode ter a esse fenômeno. Diante de qualquer anomalia ou sensação de mal estar é recomendado suspender o uso. Caso os efeitos não cessem, procurar um médico o mais rápido possível.

7. Trata dores, inflamações e cefaléias: o suco, pasta ou óleo essencial do gengibre é utilizado para o trato de dores, inflamações e cefaléias. Isso causa sensação de conforto e alívio de estresse, já que muitas vezes esses sintomas atingem também o sistema nervoso da pessoa.

8. Trata problemas relacionados ao reumatismo, artrose, contraturas musculares, lombalgia e cervicalgia. Uma massagem local feita em conjunto com fricção sobre a pele, acompanhada pela pasta ou óleo essencial do gengibre, trata essas enfermidades ligadas à musculatura humana.

9. Trata rouquidão, inflamação de garganta, tosse e secreção: suas propriedades picantes e amornantes o tornam eficaz no trato desses males.

10. A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) reconhece a  eficácia que o gengibre possui contra enjôo e náusea. Inclusive, seu uso tem sido testado em pacientes que se submetem a sessões de quimioterapia e tem obtido resultados satisfatórios.
As ações no corpo humano são inúmeras e os benefícios são também incomparáveis. O uso do gengibre traz, sem duvida alguma, maior qualidade de vida e de saúde. Contudo, é importante ressaltar que há grupos de risco quanto ao consumo do gengibre. Deve ser evitado por pessoas que apresentem quadros de distúrbios hemorrágicos porque ele possui ação favorável às hemorragias. Gestantes devem consumir com cuidado. Como ele ativa o metabolismo, não é indicado para pessoas que sofrem de hipertireoidismo. É também contra indicado para pessoas que sofrem de cardiopatia e diabetes.

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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

BATIDO DETOX DE BETERRABA


Os batidos detox seguem em alta entre as melhores receitas para emagrecer. Fáceis de preparar, possuem alto valor nutricional e são grandes aliados de quem quer perder peso, pois eliminam as toxinas do corpo. 

Ingredientes
½ Beterraba pequena
½ Maçã verde
½ Rodela de abacaxi
1 Colher de café de sumo de limão
1 Colher de sobremesa de sementes de linhaça
Hortelã
Água ou água de coco

Preparação
Lave a beterraba e a frute e descasque. Corte tudo em pedaços pequenos e triture no liquidificador.

Adicione os restantes ingredientes e triture novamente até obter um líquido homogéneo.

Deve beber logo após a confeção, de modo a que o batido não oxide.

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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

10 razões para comer sopa todos os dias


A alimentação diária é a base da saúde humana. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, uma percentagem muito elevada das doenças são fruto de hábitos alimentares errados. Como tal, a adoção de hábitos mais corretos e saudáveis irá ajudá-lo a prevenir muitos problemas de saúde, bem como promover um controlo de peso mais eficaz.
Um dos melhores hábitos diários é comer sopa no início das principais refeições. Apesar de mal-amada por muitas crianças e adultos, a sopa pode ser muito saborosa e, além disso, trazer inúmeros benefícios para a sua saúde.
Conheça 10 razões para comer sopa todos os dias:
1 – A sopa é de muito fácil digestão e, como tal, é um alimento que irá auxiliar o funcionamento do seu sistema digestivo.
2 – Se comer sopa no início de cada refeição principal, a sopa irá ajudar a combater o colesterol mau.
3 – A sopa contém diversas substâncias essenciais para a proteção do organismo humano, e que de outra forma não seriam absorvidas pelo seu corpo.
4 – A sopa possui uma grande quantidade de água, sendo por isso uma excelente forma de deixar o seu corpo devidamente hidratado.
5 – A sopa é um poderoso aliado no controlo do peso. Sendo pobre em calorias, e devido ao seu elevado teor de água e de fibras, este é um alimento perfeito para quem pretende controlar o seu peso. A sopa, ingerida no início da refeição, irá deixá-lo saciado mais depressa.
6 – Além de ser rica em água e fibras, a sopa tem ainda a capacidade de promover a libertação gradual de insulina. Esta substância irá ajudar a controlar os níveis de glicose no sangue, tendo assim um importante papel no controlo do apetite.
7 – A sopa é uma fonte riquíssima em nutrientes essenciais para a saúde do corpo humano, como as fibras, vitaminas e minerais.
8 – A sopa é um prato muito fácil de preparar, tendo apenas de descascar alguns legumes e cozê-los numa panela com água. No final, basta passar com a varinha mágica e terá um creme saboroso e muito saudável. Além disso, é ainda muito económico.
9 – A sopa faz parte da cultura de um país, sendo um dos pratos mais antigos. Como tal, ao comer sopa todos os dias, está a manter tradições e memórias fundamentais na história de um país, bem como manter os hábitos saudáveis da alimentação tradicional.
10 – A sopa é um prato muito prático, podendo ser comido em qualquer refeição principal, seja como complemento, seja como prato principal. Além disso, seja mais ou menos calórico, com mais ou menos variedade, é sempre um prato excelente para todas as idades.
Como vê, as vantagens em comer sopa todos os dias são muitas e importantes. Existem inúmeras receitas de sopa, não tendo por isso a desculpa de não gostar. Tem apenas de encontrar algumas de que goste e começar a integrar este prato económico, prático e muito saudável na sua alimentação.

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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Crudivorismo: saúde à mesa


Crudivorismo é uma vertente radical do vegetarianismo que atrai cada vez mais pessoas em Portugal.


O  que é o crudivorismo

Se o vegetarianismo apenas nos impõe restrições a nível de consumo de carne, há quem vá mais além e imponha restrições mesmo ao nível dos legumes e frutas que consome. É o caso do crudivorismo, que consiste apenas em consumir alimentos de origem vegetal crus, consumidos em estado natural sem qualquer tipo de cozedura.
Uma outra corrente crudivorista, aceita que sejam inseridos alimentos de origem animal na alimentação, como é o caso do peixe. No entanto, o verdadeiro crudivorista é o que consome somente alimentos de origem vegetal crus.

As  regras e razões do crudívorismo:

As regras do crudívorismo são simples:
  • Comer apenas o que nasce na natureza;
  • Consumir os alimentos como a natureza nos oferece, sem processar através da cozedura;
  • Comer, sempre que possível, alimentos de origem biológica, isentos de químicos;
  • Comer somente aquilo que temos vontade, na quantidade que o corpo pede e quando sentimos fome.
Segundo os seguidores do crudívorismo as razões pelas quais o alimento cozinhado não é aceitável são lógicas:
  • Ao cozinhar os alimentos destroem-se todas as propriedades nutritivas, como as enzimas, minerais, vitaminas. Os minerais, que num estado orgânico são assimiláveis pelo corpo humano, depois de cozidos são de difícil aproveitamento;
  • Os alimentos cozinhados não são bem assimilados pelo organismo que os entende como invasores e liberta leucócitos para os combater, como se tratando de uma epidemia
  • O corpo humano está preparado para digerir melhor os alimentos crus.

Erros comuns no regime crudívoro

As regras rígidas de quem segue este regime alimentar leva a que muitos dos seus seguidores, por vezes, tenham sérios problemas de saúde, motivados pela falta de nutrientes. Em qualquer regime é preciso ter sempre muita atenção para não cair em erros que podem prejudicar gravemente a saúde:
  • O corpo humano precisa de vitaminas, proteínas, fibras e outros nutrientes e nem sempre é fácil escolher os alimentos certos que contenham as propriedades certas. Se está com ideias de iniciar-se no regime crudívoro faça uma lista de alimentos que pode consumir, e tenha atenção aos nutrientes, para que consiga ter uma alimentação rica e variada.
  • A gordura é muito importante para a saúde. Certifique-se que consome alimentos crus, ricos em gordura.
  • A alimentação deve ser a mais variada possível. Os crudívoros devem consumir o maior número possível de alimentos. Mais uma vez, deve-se experimentar o alimento cru antes que decida de vez eliminar os cozinhados. Nem sempre o sabor é agradável, e a vontade de aderir a um regime desta natureza pode esvanecer-se rapidamente.

Ouça o seu corpo

Qualquer que seja o regime alimentar é necessário acompanhar as necessidades do corpo. Se resolveu tornar-se crudivoro, não seja radical. Siga um plano bem montado (por exemplo, vá eliminado os alimentos aos poucos, de forma a que o seu corpo se ajuste ao regime alimentar proposto. A partir do momento em que se torne crudívoro escreva um diário do seu consumo alimentar, e das alterações que sente a nível físico e a nível emocional. Assim, poderá saber com exactidão se o regime alimentar será ou não o mais correcto para si.

O  que precisa para se tornar crudivorista

Para que a alimentação não se torne repetitiva, pode transformar os alimentos e misturá-los. O ideal é ter um processador de alimentos, tipo liquidificador. Poderá fazer sopas, patés, sumos. Confira algumas receitas que poderá fazer, seguindo os princípios do crudivorismo.

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