Somos amistosos e curiosos, inteligentes e irreverentes, engraçados e atarefados, brincalhões e trapalhões, optimistas e saudosistas, pensativos e cognitivos, ingénuos e ténuos, divertidos e vividos, sabichões e amigalhões, honestos e lestos, vaidosos e afectuosos, empenhados e assanhados, extravagantes e acutilantes, compreensivos e objectivos, sociáveis e admiráveis, distraídos e agradecidos, orgulhosos e atenciosos, pacatos e sensatos. Mas... o que gostamos mesmo... é do Movimento Novos Rurais!

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Republic of Foodies


Chamamos-lhe 'trabalho' apenas para simplificar. Na verdade, é mais do que isso. É divertimento, é parcerias, é paixão. Gostamos do que fazemos e fazemos o que gostamos. E isso nota-se. Ora veja. 

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domingo, 11 de janeiro de 2015

Sal de Ervas Aromáticas


Reduzindo e melhorando o sal. Usem e partilhem!
Misture nas mesmas proporções oregãos, manjericão, alecrim e flor de sal, triture tudo no liquidificador, e está pronto. 

Utilize no tempero dos alimentos, na mesma proporção que utilizaria só o sal.

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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Futuro do consumo alimentar caracterizado pela sustentabilidade


Mais consciente do que compra, pelo que privilegia os produtos mais saudáveis e que contribuam para a sustentabilidade do meio ambiente. Assim será o consumidor do futuro, segundo o estudo “The Food Revolution” realizado pela consultora Lantern. 

O estudo assinala uma maior preocupação pela compra de produtos locais, conhecidos como “quilómetro 0”. Além disso, indica que o comércio eletrónico de alimentos vai disseminar-se, graças à entrada de operadores como a Amazon e a avanços na logística, tornando as compras mais imediatas e convenientes. 

No sector das embalagens, o destaque vai para a venda a granel, que criou novos nichos de mercado e deu origem a lojas que apenas vendem a peso. O estudo assinala a sua proposta de valor, com o cliente a comprar a quantidade exata de alimentos que precisa, ganhando um maior controlo no montante gasto. Estes pontos de venda também atraem os consumidores preocupados com o bem-estar social, já que têm um efeito direto no desperdício de alimentos e nas questões ambientais causadas pelas embalagens não recicláveis. 

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

FAÇA UMA HORTA NA VARANDA

Há cada vez mais gente a aproveitar o pouco espaço que tem em casa para cultivar legumes e ervas aromáticas. Saiba como deve proceder
Numa varanda ou num terraço, as condições climatéricas tendem, por vezes, a ser extremas, muito calor no verão e muito frio e vento no inverno. Muitas vezes, são também zonas expostas a ventos. Devemos ter esses fatores em conta e tentar minimizá-los com a criação de barreiras corta vento (sebes) e ensombramento quando necessário. Saiba quais são as vantagens de ter uma pequena horta nestes espaços e o que deve fazer para tirar verdadeiramente partido dessa opção sem perder muito tempo nem ter muito trabalho.
Vantagens de hortas em varandas e terraços:
- Implicam pouco espaço
As hortícolas precisam de muito pouco espaço para se desenvolverem, uma vez que em qualquer metro quadrado produz uma série de coisas. A produção nunca será igual a uma horta tradicional em termos de quantidade e variedade de plantas produzidas.
- Exigem pouco investimento
Pode começar à medida do tempo e dinheiro que tem disponível. Começa com um ou dois vasos e à medida que ganha mais confiança vai aumentando a produção e a variedade da mesma.
- Requerem pouco tempo de manutenção
Não tem trabalho deescavar, sachar e mondar, que são as tarefas que numa horta consomem mais tempo e esforço.
- Pedem menos infestantes que uma horta tradicional
Como é um ambiente mais confinado, acaba por ser muito menor o aparecimento de infestantes.
- Têm a vantagem da mobilidade (dependendo do tamanho e peso das floreiras)
Pode levá-las para onde lhe der mais jeito, pode protegê-las do frio ou do calor excessivo, movendo-as para locais mais abrigados.
O que necessitam as hortícolas em vaso ou floreira
Para começar, necessitam de um bom substrato, de preferência biológico especifico para hortícolas. As floreiras precisam estar muito bem drenadas precisam ter furos, de levar uma camada drenante que poderá ser de argila expandida (leca), brita ou cacos de barro, uma camada de geotêxtil para que a água não arraste o substrato. Por cima coloca-se o substrato.
As hortícolas são plantas que geralmente necessitam de muita água. Se tiver um ponto de água no terraço ajuda, senão tente levar a água até ao terraço com uma mangueira de rosca. Evite as floreiras ou vasos muito altos e estreitos pois têm mais tendência a desequilibrar, principalmente em zonas ventosas como são grande parte dos terraços.
Veja na página seguinte: Como se processa a substituição de substrato de um ano para o outro
Substituição de substrato de um ano para o outro
Pode substituir a totalidade do substrato de um ano para o outro (no caso de vasos pequenos) ou apenas uma parte do substrato (entre 10 a 20 cm superficiais), tendo o cuidado de adicionar matéria orgânica. Não se esqueça que as hortícolas esgotam muito o solo e numa floreira ou vaso mais ainda, uma vez que o substrato é finito.
Escolha das floreiras
Há muita oferta no mercado, escolha recipientes com drenagem e adaptados à dimensão das plantas que vai lá colocar. Os vasos e floreiras de barro absorvem eles próprios a água, logo temos de regar mais mas são os meus favoritos. São baratos e conseguimos ver pela cor do barro se o substrato está muito seco ou não. Os de PVC são práticos, leves e fáceis de usar.
As caixas de fruta dão excelentes floreiras para hortícolas, forradas com contraplacado ou com tela. Pode colocar uma estrutura de ferro ou madeira e pendurar o vaso na parede ( já existem em tecido geotêxtil). São boas formas de aumentar o espaço quando este é curto. As floreiras verticais também são uma excelente forma de ter muitas plantas em pouco espaço.
Seleção das plantas
Deve escolher plantas que não cresçam demasiado e cujo volume não invada tudo. De preferência deverão ser de crescimento rápido para aproveitar as primeiras colheitas. Não se esqueça que as hortícolas são para consumir, logo tem de as replantar regularmente para ter sempre quantidades para consumo. Para plantar em vaso ou floreira e se o seu espaço é limitado, faça uma escolha inteligente, cultive o que consome mais, não se entusiasme com catálogos de sementes na internet, mostruários de sementes nas lojas da especialidade e plantas nos centros de jardinagem pois corre o risco de cultivar especialidades que nunca vai comer e que nem sequer conhece.
Uma opção sensata é produzir em quantidade que consiga comer (não tem graça nenhuma ter três morangos e duas cenouras). Se não tem muito espaço mais vale optar por ter uma floreira com alfaces, outra com um ou dois tomateiros, um vaso grande com couve, rúcula, entre outros. Algumas das hortícolas mais adequadas a vasos e floreiras incluem legumes como a beringela, o tomate, a rúcula, o pimento, o piripiri, alfaces, couves, cenouras, abóboras, favas, ervilhas, canonigos, acelgas, ervilhas e rábanos. Todas as aromáticas são adequadas para ter em vasos e floreiras. Misture-as com as hortícolas respeitando as consociações.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Casas em Taipa - Pisar a Terra Nua e Crua


Há mestres construtores que levantam casas em terra crua. Isto desde o tempo em que Cristo andava pelo mundo. Deitam a terra entre dois taipais de madeira, fecham os topos com comportas, apertam tudo com agulhas de ferro, costeiros e cordas e pisando-a com maços, levantam paredes. Esses especialistas eram – porque hoje já quase não existem – os construtores da taipa, pedreiros que, além desta, dominavam outras técnicas de construção.

A maior parte do Alentejo abrigou as suas gentes em casas de taipa. Casas senhoriais de impressionante traçado foram assim construídas, sirva como exemplo o Paço Ducal de Vila Viçosa. Outras vezes eram construções de somente quatro paredes, quase sem compartimentos, como as pobres casas do Castelo, em Serpa.


Construir em taipa é uma forma de utilizar o mais singelo e comum dos materiais: a terra. A pedra há que procurá-la aqui e ali, ajeitá-la, parti-la. O tijolo há que moldá-lo do barro, secá-lo, cozê-lo, dispô-lo um sobre o outro. A terra, de onde vimos e aonde retornamos, é outra coisa. Está à mão. Existe em toda a parte. Há só que compactá-la para que ganhe resistência. Prensá-la de forma adequada, para que se transforme em barreira contra a intempérie. É uma invenção quase óbvia do homem.
(…)

(do livro Margem Esquerda do Guadiana de João Mário Caldeira)


EcoCasa Portuguesa

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Que tipo de cozinheiros temos por aqui?


Queremos saber que tipo de cozinheiros temos por aqui!
Tradicionais ou alternativos?

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CONGELAR ERVAS AROMÁTICAS

A congelação de ervas aromáticas é uma técnica muito útil que permite que possa usufruir por mais tempo dos “cheiros” que plantou em casa.

As ervas aromáticas congeladas conservam a sua fragrância durante 3-4 meses, podendo utilizá-las em sopas, guisados, estufados e molhos.
Sendo que a secagem das ervas aromáticas não se adequada a todas (ex.: salsa, manjerona), a congelação torna-se também nestas situações uma excelente alternativa para a sua preservação durante um período de tempo mais alargado.
Para congelar ervas aromáticas precisa:
- Lavar e secar bem as ervas aromáticas;
- Picar as ervas;
- Congelar em pequenos recipientes ou nos tabuleiros dos cubos de gelo com um pouco de água.
Como alternativa pode reduzir cada erva a puré com um pouco de azeite numa picadora e congelar em sacos ou recipientes plásticos.




Minicasas Portugal

Estas mini casas são portuguesas e feitas por um auto-didacta

O “boom” das mini-casas é mundial e há muito que chegou a Portugal. Nas Caldas da Rainha, o “artesão de casas” João Neves constrói espaços sustentáveis, com madeira, cortiça, lã de ovelha e tecidos.

Apelida-se de “artesão de casas” para afastar a ideia de um empresário que faz produtos em série e de forma automatizada. Em seis anos, João Neves ergueu mais de 30 mini-casas — e, garante, não há duas iguais entre elas. O que as une? O conceito de sustentabilidade: “Produzo de forma artesanal e sempre respeitando a natureza. Uso madeira, cortiça, lã de ovelha e tecidos.”

Três meses sem trabalhar, à custa de uma operação a um joelho, marinaram aquilo que viria a ser o seu emprego e a concretização de uma “ideia de criança”: “Gostava muito desta ideia de materiais naturais e com tanto tempo parado comecei a pensar no que podia fazer. Sempre tive uma paixão por construção de abrigos e foi aí que fui parar”, contou o ex-bancário e ex-professor de cerâmica e escultura.

A Minicasas Portugal nasceu assim, há seis anos, com a construção de um “yurt” (cabana circular usada na Mongólia) para usufruto próprio. A partir dali, João Neves não parou mais: “Foi sempre a desenvolver coisas diferentes. Mas não tenho nada em ‘stock’, produzo de acordo com o que o cliente quer”, contou.


As mini casas têm um mínimo de dois e um máximo de 20 metros quadrados e são sempre erguidas quase exclusivamente com “materiais sustentáveis”, como a madeira, a cortiça, tecidos e lã de ovelha. E estas escolhas não beneficiam só o ambiente, são boas para o conforto e saúde de quem as habita, diz João Neves: “A lã de ovelha é um óptimo isolamento, tanto para o frio como para o calor, e absorve e liberta humidades. Sendo um material poroso é não só sustentável como saudável.”

E como aprendeu o homem de 49 anos a arte? “Sou um auto-didacta. Aprendi fazendo pesquisa na internet. Dantes usavam-se enciclopédias, agora está tudo online.” O preço dos “open space” de João Neves varia “entre os três e os seis mil euros” e é difícil eleger um cliente tipo: “O meu primeiro cliente foi uma pessoa de 72 anos, mas a faixa etária é variada. A maior parte andará nos 40 – 50 anos, mas já vendi a casais nos 30 anos”, conta, acrescentando que têm crescido os clientes ligados ao turismo.

Nos países europeus, a febre das mini casas tem crescido na faixa etária dos 20-30 anos, por jovens que procuram alternativas mais baratas do que os empréstimos.

Fonte e foto:P3 e MInicasas 

domingo, 14 de dezembro de 2014

Bebe três litros de água por dia, num mês rejuvenesce 10 anos


Bebe três litros de água por dia, num mês rejuvenesce 10 anos

Uma mulher de 42 anos decidiu começar a beber três litros de água por dia e, após um mês, as diferenças no seu grão de pele são notórias, como pode verificar na imagem acima. Em declarações ao Daily Mail, Sarah Smith afirma que “todos os sistemas e funções do nosso corpo dependem de água”.

Sarah Smith sofria de dores de cabeça e de indigestão e, depois de falar com o seu neurologista e com o seu nutricionista, iniciou uma experiência de um mês, em que bebia três litros de água por dia.

A mulher de 42 anos, mãe de dois filhos, fotografou-se antes de começar a experiência e depois e publicou os resultados no Daily Mail. As diferenças são notórias, dando impressão de rejuvenescimento significativo da pele.

De acordo com Sarah, a desidratação era a causa do “envelhecimento à volta dos olhos, de uma profusão de rugas e de uma pigmentação estranha na pele”. Este aspeto pouco saudável da pele estará, então, relacionado com o consumo de água.

Sarah adiantou, ainda, que decidiu levar a cabo esta experiência depois de ler um estudo que dizia que uma em cada cinco mulheres, no Reino Unido, consomem menos do que a quantidade diária recomendada de água.

“Todos os sistemas e funções do nosso corpo dependem de água. Limpa as toxinas dos órgãos vitais, leva nutrientes para as células, hidrata tecidos dos ouvidos, do nariz e da garganta e elimina resíduos”, esclareceu a mulher.

No entanto, a conclusão não é aceite de forma generalizada. Um dermatologista afirmou à revista Cosmo UK que “não existem dados suficientes que provem que oito [ou mais] copos de água por dia melhorem realmente o tom e a textura da pele”.

Fonte:Daily Mail

Os beneficios de usar ervas aromáticas


Usem e partilhem!
Os beneficios de usar ervas aromáticas 

Desde tempos remotos que as ervas aromáticas sempre foram utilizadas como remédios medicinais e também na culinária, para dar mais paladar aos alimentos. Hoje, mais do que nunca, as ervas aromáticas estimulam o apetite, pela variedade de sabores e também porque em muitos casos, conseguem substituír o sal em alguns alimentos. Nos casos de hipertensão, uma mistura de ervas aromáticas, aromatiza a carne, peixe e saladas, evitando o sal, que é considerado o grande causador de doenças cardiovasculares. Outras propriedades como a luta contra o cancro e o envelhecimento precoce, são também a grande vantagem do consumo regular destas ervas.

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sábado, 13 de dezembro de 2014

Na cozinha de Gordon Ramsay!

Na cozinha de Gordon Ramsay!
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Como Fazer Gel de Aloe Vera


Esta é uma maneira muito simples de fazer gel de aloe vera caseiro.

Primeiro, há que escolher uma folha com aparência saudável, e que esteja a crescer em direção a parte inferior da planta (aquelas que não estão suficientemente maduras, não crescem em direção ao solo). Corte-a na base.

Em seguida, deixe-a na posição vertical, levemente inclinada sobre um recipiente. Deixe a folha nesta posição por cerca de 12 minutos, permitindo que a seiva seja totalmente drenada. Providencie uma tábua onde possa cortá-la, e uma faca afiada e pontiaguda. Com cuidado, retire as bordas pontudas e, num dos lados, toda a parte externa. Faça um corte longitudinal, buscando remover somente a substância gelatinosa.

Para facilitar a retirada, poderá usar uma colher, ou uma faca de manteiga.

O seguinte passo e armazenar o gel. Escolha um recipiente de vidro que seja escuro, para não permitir que fique exposto à luz. Adicione entre 1 e 2 gotas de vitamina E, e uma pitada de pó de ácido cítrico, ou 1 cápsula de vitamina C esmagada. Estes ingredientes vão garantir a longevidade do seu gel. Guarde na geladeira, e poderá usá-lo por até 1 ano.



Tacho meu, tacho meu...


Tacho meu, tacho meu... haverá país com mais histórias de comida do que o meu?

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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Casas em Taipa - Construção Sustentável


E se a sua casa fosse feita de terra?

Construir em taipa é uma forma de utilizar o mais singelo e comum dos materiais: a terra. A pedra há que procurá-la aqui e ali, ajeitá-la, parti-la. O tijolo há que moldá-lo do barro, secá-lo, cozê-lo, dispô-lo um sobre o outro. A terra, de onde vimos e aonde retornamos, é outra coisa. Está à mão. Existe em toda a parte. Há só que compactá-la para que ganhe resistência. Prensá-la de forma adequada, para que se transforme em barreira contra a intempérie. É uma invenção quase óbvia do homem.

A construção em terra, pedra e madeira permite cumprir um dos principais papéis que se impõe às construções actuais: a sustentabilidade dos materiais utilizados. Qualquer um destes materiais é reutilizável, não constituindo qualquer perigo, nem sobrecarga ambiental mesmo após a sua vida útil.

EcoCasa Portuguesa
http://www.facebook.com/ecocasaportuguesa

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Lugares Secretos em Portugal

O generoso pequeno-almoço caseiro alentejano.
Para descobrir os encantos e os sabores do Alentejo. 


Quando se faz da viagem um vício e se procuram lugares especiais de corrida noutros continentes, ficamos ainda mais surpreendidos por encontrar em Portugal um lugar onde apetece ficar em lua-de-mel o resto das nossas vidas.
 By: Republic of Foodies

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Clube de Jantares Secretos


Já se inscreveu na mailing list da Republic of Foodies?
Inscreva-se neste clube exclusivo aqui: http://zip.net/bbp398

Jantares memoráveis em sítios improváveis

Conceito:
Para quem não conhece o conceito, trata-se de uma experiência gastronómica, sempre em um ponto secreto e também com cardápio surpresa.
O cliente fica sabendo onde será o próximo jantar apenas após a confirmação da reserva, pela rede de amigos ou divulgação boca-a-boca. Dessa forma, os jantares secretos acabam sendo algo exclusivo e requintado.




sábado, 8 de novembro de 2014

Jantares Secretos nas Quintas de Portugal



Partilhe com os seus amigos uma experiência única! 
Workshop de culinária, provas, tertúlia e jantar.
https://www.facebook.com/events/272182456325078/

Grandes chefs, grandes vinhos, grandes eventos! 
A Republic of Foodies vai juntar chefs, foodies e amantes da natureza.
As inscrições no jantar estão limitadas a 30 vagas por cidade.

Para receber convites para este e outros eventos, inscreva-se aqui: http://zip.net/bbp398
Data:06 de Dezembro de 2014
Sábado - 19:00 / 02:00

4 menus secretos e requintados, doces elaborados, pratos do outro mundo,vinhos, café, e outras bebidas.

Local Secreto em: Porto, Coimbra, Lisboa, Évora, Beja e Faro
90 euros por pessoa.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O segredo mais bem guardado no facebook

Esta comunidade é um clube exclusivo e proporciona um amuse-bouche em sítios improváveis.


Esta página do facebook é dedicada a chefs e entusiastas da cozinha e começou a provocar os mais gulosos a 17 de Outubro. 
Republic of Foodies apresenta-se como escola portuguesa de culinária onde oferece cursos e workshops de cozinha, mas é muito mais do que isso.

Este projecto turístico português pretende divulgar a diversidade regional de Portugal, no que concerne a sua autenticidade vinícola e gastronómica. Como se cada um de nós pudesse entender cada pedaço deste país simplesmente ao sentar-se à mesa, num sítio desconhecido a desfrutar de algo memorável.
As "Repúblicas" colaboram em parceria com os Pequenos Produtores Portugueses, uma start up de Loulé que ganhou os prémios de Inovação e Defesa do Produto Nacional e o prémio de Marketing e Comunicação de Produtos Gastronómicos Portugueses; e os Novos Rurais- Farming culture, uma start up rural iniciada em 2013, que pretende dinamizar o cultivo de pequenas hortas em grandes centros urbanos, promovendo o auto-consumo, saúde e estética paisagística. O intuito é trabalhar e difundir o que de melhor se produz em Portugal e criar jantares inesquecíveis com as gentes da terra.
Todos os dias lançam desafios a quem mais gosta de comer primeiro com os olhos. Incitam-nos com um novo conceito em que a experiência degustativa e o cardápio são um mistério. Espicaçam-nos com imagens intimistas só para ter o nosso gosto e assim os seguirmos curiosos até à sua caixa de mensagens para saber onde e como é que vai ser.
Apesar de utilizarem esta rede social como "teaser", não revelam pitada. O interessado em participar só ficará a saber dos detalhes da viagem gastronómica após confirmar a reserva, pela rede de amigos ou pela divulgação boca-a-boca. Deste modo, mantém-se a autenticidade e exclusividade da ideia.
Por agora esta comunidade limita-se a sondar os gostos de cada um e a recolher contactos para futuras experiências em diversos pontos do país. Para uma espreitadela é ir à página do facebook do Republic of Foodies e para receber os convites-surpresa é deixar o contacto no link fornecido pela página, ser selecionado e depois assegurar a inscrição.
Mas pchiuuuuuuuuuuuu é segredo!

Cozinhar é uma forma de amar


Cozinhar é a arte de traduzir em sabor o mais nobre sentimento.
Inscreva-se neste clube exclusivo aqui: http://zip.net/bbp398
Só os membros exclusivos da Republic of Foodies poderam experienciar estes eventos e partilhar estas emoções!

Venha mostrar o chef que há em si!
Uma comunidade para chefs, cozinheiros, amadores… ou simplesmente gulosos e amantes de vinhos.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Enoturismo - O Monte Seis Reis



Monte Seis Reis possui uma área de vinha que se estende ao longo de 50 hectares, onde são produzidas as principais castas da herdade: Aragonez, Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Castelão, Syrah, Trincadeira Preta, Touriga Nacional Arinto, Antão Vaz, Viognier e Alvarinho. Mais recentemente foram introduzidas as castas Petit Verdot e Tannat.

A adega faz parte da Rota dos Vinhos do Alentejo e o complexo de enoturismo possui várias salas, nomeadamente a sala-museu Seis Reis com a história dos seis monarcas e a da região de Estremoz, a sala de Arte com exposição permanente sobre vinho e exposições temporárias relacionadas com o tema e sala de Tertúlia onde são servidas refeições a grupos. Possui ainda uma loja onde é possivel adquirir o vinho do Monte Seis Reis e alguns produtos regionais alentejanos.

Venha conhecer o Monte Seis Reis e tenha uma experiência gourmet inesquecível!

Inclui:
Visita guiada à Adega com prova de 3 vinhos Monte Seis Reis e produtos regionais.

Horário de Funcionamento: Das 10:00 às 18:00
Marcas: Arte Real, Boa Memória, Bolonhês, Syrah, Tannat Petit Verdot e Reserva.
Produtos comercializados: Vinhos e produtos regionais alentejanos (queijos, enchidos, azeite, mel, entre outros)


Monte Seis Reis
Herdade dos Casarões, Santa Maria
7100-078 Estremoz
Telefone: 268322221
Mail: geral@seisreis.pt
Site: www.seisreis.pt

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Nova PAC retira "teia burocrática" aos agricultores


A nova Política Agrícola Comum (PAC) vai "simplificar" os apoios aos pequenos agricultores e retirar a "teia burocrática" que estes enfrentavam, destacou hoje o secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Francisco Gomes da Silva.

"Houve um grande esforço de simplificação de tudo o que está ligado aos pequenos agricultores, no âmbito do 1.º pilar da PAC, que tem a ver com as ajudas diretas e que entra em vigor a partir de 01 de janeiro de 2015", disse.

Segundo o governante, o objetivo é "retirar de cima dos pequenos agricultores a teia burocrática grande" que enfrentavam e "simplificar todos os pagamentos e apoios", entre outras vertentes.
"E dá-se também fôlego às iniciativas LEADER, que têm caráter local, acabando por estar relacionadas com as explorações agrícolas", acrescentou.

O secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural falava à agência Lusa em Évora, depois de participar no seminário "Agricultura Familiar e Sustentabilidade dos Territórios Rurais", na universidade local.

Alertando tratar-se de um conceito vasto, Francisco Gomes da Silva afirmou que "a agricultura familiar não se esgota na pequena agricultura", pois, abrange, igualmente, "grandes explorações".

"Hoje em dia, quase toda a agricultura portuguesa é agricultura familiar", embora o país tenha uma grande diversidade de explorações agrícolas, e a nova PAC pretende simplificar" a vida de "todos os agricultores", sublinhou.

"Houve uma preocupação grande, não só dentro da PAC, mas também no Programa de Desenvolvimento Rural 2014-2020, para adequar os instrumentos e subir os níveis de apoio", por forma a mostrar que "a agricultura é importante para o país e que não podemos descuidá-la", disse.
O seminário em Évora inseriu-se nas comemorações do Ano Internacional da Agricultura Familiar (AIAF), decretado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).
Segundo a FAO, a agricultura familiar inclui todas as atividades agrícolas de base familiar (operadas por uma família e predominantemente dependente de mão-de-obra familiar) e está ligada a diversas áreas do desenvolvimento rural.

O secretário de Estado afirmou que um dos grandes desafios deste ano internacional passa por "ficar a conhecer melhor" o que é a agricultura familiar em Portugal, para melhor direcionar os instrumentos de política pública para o setor.

O seminário na cidade alentejana foi da responsabilidade da Associação Portuguesa de Economia Agrária, Sociedade Portuguesa de Estudos Rurais, Associação Portuguesa de Desenvolvimento Regional, Direção Regional da Agricultura e Pescas do Alentejo, Federação Minha Terra e da Animar.

Fonte:Lusa 

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Frutas e vegetais ajuda a reduzir o risco de AVC


Aumentar o consumo de fruta e vegetais pode ajudar a reduzir o risco de acidente vascular cerebral (AVC) em até um terço. A conclusão resulta de uma análise feita por um grupo de investigadores chineses que trabalharam na revisão de uma série de estudos sobre esta temática e obtiveram evidências que reforçam a importância de um regime alimentar rico em verduras.

Aceda ao estudo em http://bit.ly/1lxgWs2


Movimento Novos Rurais
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domingo, 6 de julho de 2014

Farmácia natural - Dê mais cor ao seu prato!


Além de tornar a refeição mais atraente, brincar com as cores das frutas, verduras e dos legumes no seu prato é uma forma de preservar a saúde. Para entender o que há por trás dessa afirmação, basta pensar um pouquinho na ação dos fitoquímicos, justamente as substâncias responsáveis por pigmentar os alimentos. Na natureza, são elas que defendem os vegetais das ameaças externas. “Os fitoquímicos presentes nos alimentos são os responsáveis por protegê-los contra o ataque de fungos e bactérias. Uma vez no organismo humano, assumem ações específicas no metabolismo, com amplos benefícios à saúde”, explica a nutricionista funcional Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional.

Em suma, dentro da gente eles continuam funcionando como fiéis guarda-costas, minimizando muito o risco de doenças. “Os pigmentos naturais estão relacionados com importantes atividades biológicas. Eles possuem propriedades antioxidantes, antiinflamatórias e fortalecem o sistema imunológico, afastando o risco de sofrer de doenças crônicas não transmissíveis, como o colesterol e o diabetes”, diz a nutricionista Jocelem Mastrodi Salgado, professora na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ -USP) e autora do livro Guia dos Funcionais (Ed. Ediouro). “Os fitoquímicos também são reconhecidos por atuarem de forma mais específica como calmantes, digestivos, moduladores hormonais, laxantes e até expectorantes”, complementa a nutricionista Roseli.

Daí a importância de que diversas cores sejam misturadas num mesmo prato. Assim, os alimentos verde-escuros contêm altos níveis de magnésio, mineral presente na clorofila e que é essencial para a saúde do coração e a manutenção da pressão em níveis estáveis. “Já o licopeno do tomate diminui a oxidação das moléculas de DNA que contribuem para a proliferação das células cancerosas”, garante a nutricionista Fernanda Vaz, da Clínica Patricia Davidson (RJ).

Mesmo os alimentos com pouca cor são recheados de nutrientes. “Os alimentos de coloração branca, por exemplo, têm efeito anti-inflamatório e antialérgico, bloqueando a histamina, uma substância que provoca as famosas coceiras e os espirros. Eles também ajudam a prevenir doenças cardiovasculares e a reduzir o colesterol ruim. Estamos falando de vegetais como os cogumelos”, diz Jocelem.

E se você quer tirar proveito dessa farmácia natural no seu dia a dia, o primeiro passo é conhecer as propriedades dos principais grupos de alimentos, a partir da classificação por cor.


Fonte: Revista Viva Saúde

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Atravessar o rio Douro a nado e subir monte a cima por entre socalcos e vinhas

Image de Atravessar o rio a nado e subir monte a cima no Alto Douro Vinhateiro

Atravessar o rio Douro a nado e subir monte a cima por entre socalcos e vinhas até ao topo da Quinta das Carvalhas da Real 
Companhia Velha. O La Rosa/Carvalhas Hill Challenge é o desafio da Quinta de La Rosa para o próximo dia 12 de Julho.

Quinta de La Rosa, situada no Pinhão, no coração do Alto Douro Vinhateiro, promove esta interessante prova de resistência desde 1927 – ano do primeiro registo conhecido.
O La Rosa/Carvalhas Hill Challenge começa na Quinta de La Rosa – que os enófilos conhecerão seus vinhos premiados –, uma propriedade que pertence à família Bergqvist desde 1906, e “consiste numa etapa de travessia do Douro a nado com 200 metros, seguido de um up hill de 4 Km por entre socalcos e vinhas até ao topo da Quinta das Carvalhas da Real 
Companhia Velha”, explica a organização em comunicado.
Este ano, a organização do desafio quase centenário é partilhada pelas 2 casas e Jorge 
Moreira, enólogo da Quinta de La Rosa e da Quinta das Carvalhas é o “mastermind da edição 2014 da prova”.
Se não se está ver a dar uma de duro na montanha, saiba que para os menos resistentes a organização preparou uma Caminhada Familiar, em que “a travessia é feita pelo cais do Pinhão e pela ponte sobre o Douro, e a subida à Quinta das Carvalhas é feita pela estrada principal, nuns ‘suaves’ 7,5 Km”. Ao longo do percursos, haverá sempre o apoio de um autocarro panorâmico.
E não é só dar à sola. O “trajecto será orientado pelo técnico de viticultura da Quinta das Carvalhas, Álvaro Martinho, para assim enriquecer a experiência dos participantes desvendando os segredos da fauna, flora e história da Quinta”, sublinha a organização na mesma nota de imprensa.
A inscrição para o La Rosa/Carvalhas Hill Challenge, que tem um limite de 100 participantes, deve ser feita até 6 de Julho e tem um custo de 15 euros – valor que inclui dorsal, seguro de acidentes pessoais, t-shirt e suporte logístico. Quem preferir a Caminhada Familiar, poderá inscrever-se até ao próprio dia, sendo que a inscrição tem um valor simbólico de 3 euros (inclui seguro de acidentes pessoais e suporte logístico) e não há número limite de participantes.
Quem vencer o grande desafio será premiado com “um Bed & Breakfast com jantar no turismo rural da Quinta de La Rosa”. Já o segundo lugar será “agraciado com um almoço no Vintage Boat Pipa Douro” e o terceiro levará para casa 2 garrafas de vinho, “um La Rosa Reserva 2011 e um Carvalhas Branco 2011″.
No final das 2 provas, quem quiser poderá ficar para o almoço-convívio que terá lugar na Casa Redonda, no topo da Quinta das Carvalhas – a inscrição para a refeição custa 15 euros para maiores de 12 anos, os petizes não pagam.
Fonte:Porto24

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Tomatada à Alentejana


Esta sopa era muito usada no Alentejo, no meio rural, quando havia muito tomate, pão e ovos, tudo saido directamente da horta.

Ingredientes
4 ou 5 tomates maduros
3 dentes de alho 
1 cebola
louro
toucinho entremeado
sal
1 dl de azeite
2 ovos

Faz-se um refogado com o alho picado a cebola às rodelas o louro, sal, azeite e o toucinho cortados aos bocados. Quando o toucinho já estiver quase frito juntam-se os tomates cortados pelados e cortados aos bocados. Deixa-se cozer o tomate e apurar de modo que fique com pouco caldo. Por fim juntam-se 2 ovos batidos que se envolvem na tomatada. Está pronto a servir

Facultativo: Se quiser pode-se juntar também rodelas de chouriço ao refogado.

Movimento Novos Rurais
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terça-feira, 1 de julho de 2014

SOPA DE BRÓCULOS E LIMÃO


Receita com produtos da horta

Ingredientes (4 pessoas):
1 embalagem de Bacon Vegetariano ou 2 Salsichas Vegetarianas (cortadas aos cubos)
Azeite extra virgem
1 alho francês, cortado
2 dentes de alho esmagados
1 bróculos, picado
1 litro de caldo de legumes
100g de folhas de espinafre
250ml de nata vegetal
15ml sumo de limão
Sal marinho e pimenta a gosto

Numa panela coloque o azeite, alho francês, alho e cozinhe, mexendo sempre, até o alho francês ficar macio, cerca de 5 minutos. Adicione o brócolos e cozinhe até estarem macios, cerca de 8 - 10 minutos.
Adicione os espinafres e cozinhe mais 1-2 minutos. Misture com uma varinha mágica até ficar homogéneo. Junte a nata vegetal, sumo de limão e tempere.
Salteie o Bacon Vegetariano ou a Salsicha Vegetariana em azeite extra virgem, até ficar crocante.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Jovens agricultores investem na agricultura biológica


José Rui Lopes e Filipe Lopes são irmãos e dois jovens agricultores alentejanos que decidiram valorizar os terrenos de família lançado-se na produção de ervas aromáticas e medicinais, biológicas, tendo em vista principalmente a exportação.
Este projeto é apoiado pelo PRODER e embora tenha como principal foco a exportação engloba ainda a criação de uma marca própria denominada “canteiro da luz”.
Os dois jovens estão já a exportar com especial foco no mercado francês, mas pretendem também dinamizar a “canteiro da luz” através de vendas online e em canais de distribuição que serão anunciados brevemente segundo José Rui Lopes.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Prove - Vila Nova de Milfontes



De 27 de junho a 6 de julho, Vila Nova de Milfontes acolhe o “Prove - Sabores e Histórias de Comer e Chorar por Mais”, organizado pela APTECE (Associação Portuguesa de Turismo de Culinária e Economia).

Amêijoas à Bulhão Pato, Peixe Fresco Grelhado, Arroz de Marisco ou os tradicionais doces conventuais alentejanos, acompanhados pelos vinhos da região, são algumas das sugestões em destaque durante os 10 dias do “Prove Vila Nova de Milfontes”. Os 11 restaurantes aderentes – Tasca do Celso, O Botequinho do Xico, Oásis, A Fateixa, O Pescador "O Moura", Porto das Barcas, Pátio Alentejano, Casa dos Bifes, Portal da Vila, Paparoca e Quebramar – disponibilizam uma ementa composta por entrada, prato principal e sobremesa, apresentando o melhor peixe fresco e marisco tradicionais que a região oferece.