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terça-feira, 31 de maio de 2011

Hortas urbanas

          

Imaginem-se canteiros repletos de pés de cenoura, alface e beterraba na acinzentada paisagem da metrópole. Parece um cenário edílico mas as hortas urbanas são uma realidade e um fenómeno em crescimento, inspirando a população citadina a boas práticas ambientais, para além de requalificarem os espaços urbanos e contribuírem para projectos de inclusão social.

Não sendo um fenómeno recente em Portugal, as hortas urbanas, enquanto parte integrante da paisagem nas imediações das grandes cidades, começam agora a ganhar novos adeptos.
Com origem em grande parte na migração rural, estas hortas foram nascendo do improviso e da vontade de ocupar o tempo mas, actualmente, começam a ser encaradas pelas autarquias como forma de intervenção ao nível da sustentabilidade do meio ambiente ao possibilitar a proliferação dos espaços verdes, a renovação da paisagem urbana e ao reduzir as emissões do sector dos transportes. Estes espaços constituem também locais de formação de crianças e jovens que começam desde cedo a valorizar a produção nacional e a desenvolver uma consciência ambiental.
Num plano mais abrangente, dominado pela crise do combustível e perante a eventual escassez de determinados alimentos, esta tendência ganha ainda mais força vindo ao encontro de alguns adeptos das hortas urbanas entre nós.


Num plano mais abrangente, dominado pela crise do combustível e perante a eventual escassez de determinados alimentos, esta tendência ganha ainda mais força vindo ao encontro de alguns adeptos das hortas urbanas entre nós. Já nos anos 80, o arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles defendia a importância destas hortas apontando alguns exemplos do que já há muito se fazia lá fora, em especial nos países da Europa do Norte, região que viu nascer este conceito. Mas para que as hortas urbanas se imponham enquanto fenómeno social não basta a boa vontade individual, terão que ser as autarquias a promover incentivos dando origem a projectos municipais. É que não está em causa apenas o acesso a novos terrenos. O acesso à agua para rega, a protecção ao roubo e ao vandalismo são também desafios que se colocam e aos quais é necessário dar resposta. Manuela Raposo Magalhães, arquitecta paisagista e professora do Instituto Superior de Agronomia vai mais longe e defende mesmo a integração das hortas urbanas nos PDM “para criar as condições e agilizar o licenciamento destas actividades”.





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2 comentários:

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