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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Vila Real: Parque tecnológico vai ser "estruturante" para a região




O Parque de Ciência e Tecnologia a construir em Vila Real vai centrar-se no sector vínicola e criar mil postos de trabalho directos, representando um investimento de dez milhões de euros. A assinatura do contrato de financiamento do Regia Douro Park - Parque de Ciência e Tecnologia decorre amanhã em Vila Real, com os vários parceiros envolvidos e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN).

O projecto resulta de uma parceria entre as câmaras de Vila Real e Bragança, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), o Instituto Politécnico de Bragança e a PortusPark - Rede de Parques de C&T e Incubadoras.
O presidente da Câmara de Vila Real, Manuel Martins, referiu que o Parque de Ciência e Tecnologia vai criar, além dos mil postos de trabalho directos, “cerca de três vezes mais” indirectos.“Depositamos grandes expectativas neste projecto, que é, sem dúvida, estruturante e essencial para a sustentabilidade do concelho e da região. Eu penso que pode ainda ser a solução para a sustentabilidade da UTAD”, frisou.

O autarca espera ainda que este projecto contribua para fixar jovens, atrair empresas e acrescentar valor, dotando a região de maior competitividade. Após a assinatura do contrato de financiamento será lançado o concurso público, prevendo Manuel Martins que as obras arranquem até ao final do ano.

Douro vai ser o pano de fundo
Localizado na mais antiga região demarcada do mundo – o Douro – este parque vai focar-se no sector do vinho e da vinha, uma área de intervenção que não está contemplada na actual rede de parques de ciência e tecnologia. Vai dedicar-se ainda ao desenvolvimento do sector agro-industrial e ao incremento de novas práticas e tecnologias nas áreas do ambiente, paisagem, biotecnologia, ciências florestais e veterinárias.

Depois de não ter sido aprovado numa primeira fase, o projecto foi alvo de um reajustamento no que respeito ao equipamento, tendo-se verificado, segundo Manuel Martins, uma redução de 200 mil euros na globalidade do projecto.

A autarquia deu já por concluído o processo negocial de aquisição dos terrenos - junto ao nó de Andrães da auto-estrada 24, onde vai nascer o Parque de Ciência e Tecnologia -, um investimento que rondou os 640 mil euros. Para aquela zona, a autarquia tem projectada uma escola básica do primeiro ciclo e a ampliação da zona empresarial. Em Setembro deverá ser assinado o contrato de financiamento para as obras de ampliação.


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