Somos amistosos e curiosos, inteligentes e irreverentes, engraçados e atarefados, brincalhões e trapalhões, optimistas e saudosistas, pensativos e cognitivos, ingénuos e ténuos, divertidos e vividos, sabichões e amigalhões, honestos e lestos, vaidosos e afectuosos, empenhados e assanhados, extravagantes e acutilantes, compreensivos e objectivos, sociáveis e admiráveis, distraídos e agradecidos, orgulhosos e atenciosos, pacatos e sensatos. Mas... o que gostamos mesmo... é do Movimento Novos Rurais!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Parque naturais flutuantes planeados para cidades



Cidades como Nova Iorque ou Londres são alvo de um projecto inovador que prevê edificar parques naturais flutuantes capazes de abrigar pássaros, abelhas, morcegos e outros animais de pequeno porte. Trata-se de uma espécie de «árvore de mar» gigante com vários andares e a reunir diversas zonas de vegetação.


Os arquitectos holandeses do Waterstudio acreditam que o projecto providenciaria habitats naturais para diversas espécies. 

Os profissionais afirmam que são raras as oportunidades para colocar novos parques em cidades, de modo que espaços abertos como rios, mares, lagos e portos deviam ser utilizados. 

A proposta passa por recorrer à tecnologia usada nas plataformas de petróleo para construir estas «árvores de mar». 

O Waterstudio espera que as companhias petrolíferas possam inclusive doar algumas das suas plataformas como forma de demonstrarem a sua «preocupação com um ambiente melhor para as cidades». 

«Debaixo de água, a árvore de mar pode providenciar habitat para algumas espécies marinhas ou, se o clima o permitir, para recifes de coral artificiais», sublinha o arquitecto Koen Olthuis. 

«A beleza do design é que [a árvore de mar] pode providenciar uma solução ao mesmo tempo que não custa dinheiro pelo espaço ocupado em terra. O efeito das espécies a viver na árvore de mar afectará zonas a vários quilómetros em torno da localização», explicou. 

Segundo o Waterstudio, o primeiro protótipo deste projecto estará completo em Janeiro de 2014, para um cliente não divulgado. 


Sem comentários:

Enviar um comentário